Reunião com a Deputada Federal Sâmia Bonfim e o QAE/QSE.


No dia de hoje, 13 de maio de 2022, algumas pessoas tiveram a oportunidade de ter uma reunião com a Deputada Federal Sâmia Bonfim. 

A reunião teve como tema principal encontrar um caminho para regularizar a situação dos Secretários de Escola e todos os demais cargos do quadro de apoio e do quadro de serviço escolar que ficaram sem o devido reenquadramento.

Eu, Álvaro Jeronymo, Agente de Organização Escolar, fiz uma fala inicial apontando algumas irregularidades, como o congelamento da contagem de tempo dos servidores públicos da educação, falei sobre a falta de respeito com os profissionais do quadro de apoio, no que se refere a pagamento do Abono, porque fomos essenciais na pandemia, mas para recebermos o Abono não somos essenciais. Falei ainda a respeito da importância de termos um piso salarial  nacional dos profissionais de apoio da educação.

A colega Secretária de Escola, Senhora Maria, fez uma fala sobre os problemas que estão passando, pois o governo ao criar a lei 1361/21 criou uma grande separação de cargos e não contemplou em nada aos secretários, lembrando ela que o cargo está em extinção, mas as pessoas estão trabalhando nas suas unidades como os demais profissionais do quadro de apoio, por este motivo faz se necessário a devida valorização de todos e encontrar uma saída para ao menos criar uma tabela para os secretários no modelo feito para os AOE´s, acrescentando nas tabelas dos secretários as faixas cujas competências para o reenquadramento dos secretários possa ter faixa para graduação e pós graduação.

A colega Secretária Senhora Mônica falou da importância de serem reconhecidas e valorizadas e informou que já encaminhou um documento ao Governo do Estado de São Paulo cobrando a correção das ultimas leis aprovadas no governo  para que todos que foram deixados sem a devida valorização possa enfim ser contemplados. As falas tanto da Sra Mônica quanto da Senhora Maria, foram diretas e focou na desigualdade criada pelo governo do estado. (Abaixo encontra a íntegra do documento enviado para o Governo). Como encaminhamento a senhora Mônica pediu para que seja criado o piso nacional afim de contemplar a todos ou que seja revisto por meio jurídico o que de fato dá para fazer e corrigir a lei 1361/21 criada para causar desentendimentos entre os profissionais do mesmo ambiente escolar. 


A colega  Agente de Organização Escolar, senhora Aline Gondim, fez um apontamento para que a Sâmia possa apresentar emendas ao projeto de lei 3817 que encontra-se na câmara federal, projeto de autoria do  então Deputado Federal Eduardo Bismarque. Como tal projeto nasce contemplando apenas os secretários de escola a Aline pede para que a parlamentar Sra. Sâmia veja o que pode ser feito para dar andamento no projeto em questão e acrescente os demais profissionais do apoio da educação.

Após estas falas a Deputada Federal Sâmia Bonfim fez uma explanação técnica a respeito do que ela ouviu. Foi direta e disse que poderia consultar a consultoria jurídica da câmara federal cujo órgão dá os devidos pareceres sobre alguns fatos, apontando ou não se tal lei criada é inconstitucional, e a partir deste caminho pode conversar com os colegas de bancada para apresentar propostas que possa corrigir os erros. Em relação ao congelamento da contagem de tempo e ao piso nacional. Contudo, ficou a cargo da Senhora Joyce dar os encaminhamentos técnicos e fazer os devidos pareceres para a consultoria jurídica, pois desta forma a parlamentar disse poder ter os caminhos a seguir, com total embasamento jurídico. Foi falado também pela parlamentar que é possível que ela solicite ao pessoal da assembleia legislativa que seja feito os devidos requerimentos, por intermédio da Deputada Estadual Mônica Seixas, cobrando o governo  e secretários da educação do estado de São Paulo a respeito do baixo valor que está sendo pago como vale alimentação, além cobrar uma posição do governo sobre a falta de enquadramento dos demais profissionais do apoio da educação na última lei aprovada, questionamento estes que poderão ser feitos pela parlamentar Mônica da assembleia legislativa de São Paulo..

Após estas falas, a Sra. Maria fez algumas complementações, falando sobre os terceirizados, disse que não concorda com tais situações pois está ruim os serviços apresentados na unidade escolar onde ela trabalha. A senhora Mônica, secretária, fez também seus agradecimentos e reforçou a necessidade de serem também reconhecidas pois ninguém merece ser desrespeitado e, por fim, a senhora Joyce fez a fala final apresentando os encaminhamentos abaixo a serem desenvolvidos:

1 - Somar na luta pelo piso salarial  nacional dos profissionais da educação;

2 - Questionar a secretaria da educação sobre a quebra de isonomia entre os servidores;

3 - Realizar audiência pública pelo mandato;

4 - Conversar com os parlamentares da Alesp para que os mesmos questionem as diferenças pagas nos vales alimentação, onde um grupo recebe 25 reais e outros recebem apenas 12 reais.

Eu, Alvaro Jeronymo, quero agradecer a oportunidade de termos esta conversa e vamos acompanhar os encaminhamentos e possíveis soluções que a assessoria da nobre Deputada Sâmia poderá trazer para todos. Agradeço a participação de todos com suas falas e dos participantes que postaram as manifestações no chat ou só acompanharam, pois é com a nossa união que vamos conseguir derrubar os parlamentares que não nos representam.

Os documentos enviados pelas Secretárias foram encaminhados para a assessoria da parlamentar.


No mais, temos que seguir na luta, hoje e sempre!


 

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Carta na íntegra dos Secretários de Escola. (Encaminhada pela Sra. Mônica)

Esclarecimentos sobre a situação dos SECRETÁRIOS DE ESCOLA e demais cargos do QAE a serem extintos na vacância.

A Lei Complementar nº 1361 de 21/10/2021, alterou a tabela salarial e o plano de carreira, que eram regidos pela LC 144/2011, incluindo novas oportunidades somente para um cargo do Quadro de Apoio Escolar. Somente o cargo de Agente de Organização Escolar, foi contemplado com uma nova tabela salarial e com novas oportunidades de promoção. Nós Secretários de Escolas, assim como os demais cargos a serem extintos na vacância somo simplesmente ignorados.

Somos aproximadamente 1500 Secretários de Escola da Rede Estadual de Ensino, e, fomos extremamente prejudicados com o fato de não termos sido abrangidos no novo plano de carreira constante da Lei Complementar nº 1361 de 21/10/2021, uma vez que não nos deram as mesmas oportunidades que concederam aos servidores ocupantes do cargo de Agente de Organização Escolar (AOE).

Esclarecemos que, apesar de nosso cargo estar em extinção, desempenhamos na secretaria das escolas, todas as tarefas em conjunto com os AOEs, conforme institui a Resolução SE 52 de 09/08/2011, ou seja, fazemos parte do mesmo grupo de servidores pela natureza das atividades exercidas, tanto é que em todos estes anos a estrutura de vencimentos de cada um destes cargos, pertencentes ao mesmo Quadro de Apoio Escolar (QAE), sempre caminharam paralelamente, obedecendo ao princípio da Isonomia salarial, ou seja, com o mesmo regramento evolutivo e com as mesmas proporções.

Com isso, o fato de neste momento terem dado uma oportunidade tão especial somente para os AOEs, causou em todos nós um sentimento de desprezo e de desvalorização.

Consideramos válido lembrar que o cargo de Secretário de Escola, antes de existir a Lei Complementar nº 1144 de 11/07/2011, era considerado cargo de chefia de secretaria, tanto é que durante os impedimentos legais, era substituído por servidor AOE, que recebia a diferença salarial pela substituição. E temos ainda a frisar que os Secretários exercem as tarefas mais complexas, mesmo após o cargo ter sido colocado em extinção, tais servidores herdaram em seus locais de trabalho a cobrança pela continuidade da execução destes trabalhos mais complexos, principalmente devido ao conhecimento e capacidade adquirida até então.

Não sabemos o real motivo, mas com a criação da LC 1144/2011, apesar de não ser um cargo obsoleto e sem importância devido ao grande volume de tarefas importantes que exercemos, o governo colocou o nosso cargo em extinção, e criou a função de Gerente de Organização Escolar (GOE). Apesar da atitude de colocar o cargo em extinção, o Governo demonstrou reconhecer a competência dos Secretários, pois definiu inicialmente que exerceríamos a gerência, e até hoje a maioria permanece na função.

Gostaríamos muito de saber o motivo pelo qual essa Secretaria não incluiu o cargo de Secretário de Escola, e demais cargos extintos do QAE, no mesmo direito de valorização da carreira que concederam aos AOEs. Vale ressaltar que o cargo em extinção na vacância não é um cargo extinto. Os cargos estão ativos até a vacância. E os funcionários continuam realizando todas as funções, cumprindo com suas responsabilidades e tendo seus direitos garantidos.

Se a Isonomia Salarial for descumprida com relação a estes cargos, como demonstra a desigualdade de tratamento imposta pela LC 1361/2021, os Secretários de Escola, que a princípio recebiam salário superior ao dos AOEs, passarão a receber bem menos que eles e até no caso dos Secretários designados Gerentes de Organização Escolar, mesmo com todo o peso da responsabilidade da função, e mesmo com o adicional do Pró-Labore, haverá ainda situações em que o salário continuará menor que o dos AOEs, o que causa grande incoerência, já que o que é responsável pela gestão receberá remuneração menor que os servidores sem essa responsabilidade.

Nós, Secretários, sempre fomos servidores dedicados e comprometidos com o nosso trabalho, zelando pela prestação de um serviço de qualidade a toda comunidade escolar e consideramo-nos merecedores da valorização de uma nova carreira.


Conforme exposto acima, pedimos especial atenção para com a nossa demanda, criando condições para que nós também tenhamos essa oportunidade.


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Carta na íntegra dos Secretários de Escola. (Encaminhada pela Sra. Maria)

Excelentíssimo Senhor Governador Rodrigo Garcia!

Vimos pelo Presente solicitar sua atenção no que tange a atualização de tabela de Plano de Carreira dos cargos do Quadro de Apoio escolar, colocados em extinção na vacância na LC 1144/2011.

Esse quadro é composto por 4 cargos: Assistente de Administração Escolar ( AAE), Secretários de Escola, Agente de Organização Escolar (AOE) e Agente de Serviços Escolares (ASE).

Recentemente, com o advento das LC’s 1361/21 alterada pela 1374/2022 foi realizada a atualização de tabela somente do cargo de Agente de Organização Escolar, fato absolutamente injusto, haja vista que todos os cargos têm extrema relevância dentro do ambiente escolar e encontram-se com valores altamente defasados em suas tabelas.

Neste documento daremos ênfase aos cargos de Secretários de Escola e Assistente de Administração Escolar, por se tratar de cargos que ingressaram através de concursos nos quais exigia-se nível de escolaridade e conhecimento muito acima dos AOE’s, com alto grau de complexidade e concorrência, além de toda a responsabilidade na execução das tarefas no âmbito escolar.

É difícil conviver com a ideia de que funcionários absolutamente dedicados ao trabalho, ao aprendizado contínuo, a cumprir as metas e prazos estabelecidos, que se dedicam ao máximo para exercer com presteza seu trabalho sejam simplesmente esquecidos e ignorados por esta Gestão, já que mesmo após termos sido colocados na condição de extintos na Vacância ( vide art 86 da Lei 10261/68), nunca fomos deixados de fora em gestões anteriores, tendo sempre nossas tabelas atualizadas e oportunidades de crescimento junto aos demais cargos.

Estamos falando de cargos em que a grande maioria das pessoas já têm curso superior, pós graduação, foram aprovados em recorrentes certificações para exercer a função de GOE com um percentual bastante relevante ainda na função o que denota ainda mais o quanto estamos ativos e , sobretudo, nossa relevância na composição da pirâmide escolar.

Funcionários sempre dedicados, hoje nos encontramos absolutamente desestimulados, desmotivados e injustiçados com esse plano de carreira excludente, trazendo segregação entre os cargos do QAE, uma vez que há Assistentes De Administração e Secretários de Escola sofrendo até mesmo assédio e episódios vexatórios de alguns colegas AOEs.

Tendo conhecimento de sua capacidade e também da sua equipe, em razão disso, não nos restam dúvidas que têm o conhecimento do quanto um funcionário desmotivado não gera bons resultados e do quanto isso influência no ambiente organizacional.

À exemplo da discrepância entre os valores, hoje uma agente de Organização Escolar com nível médio técnico, terá vencimentos maiores do que nós com nível superior, fato que vai na contramão ao princípio da isonomia, disposto no art 124 da Constituição Estadual. 

À guisa de conclusão e com o propósito de sermos coerentes, coesos e, sobretudo, objetivos com a questão abordada, reiteramos que estamos solicitando uma atualização de valores nas tabelas de promoção, com a inclusão de uma faixa de pós graduação, tal qual foi executada com os AOE’s, explicitando abaixo as tabelas vigentes 







*Estrutura II – Agentes de organização Escolar
*Estrutura III – Cargos em extinção.

Certos de sua presteza e consideração, agradecemos antecipadamente.

Tenha um bom dia



Resumo elaborado por Alvaro Jeronymo
A luta é todo dia. Todo dia é dia de luta.
#QAE/QSE MELHORIAS JÁ!




Dia do trabalhador - Devemos comemorar na atual situação?

 Hoje, dia do trabalhador, um dia tirado para que ele possa olhar suas conquistas. Digo isto pois além de entregarmos nossa força de trabalho ainda precisamos lutar por melhorias. E, muitos, lutar para encontrar um trabalho nos tempos atuais.


Hoje vemos inflação a perder de vista, gasolina o olho da cara, alugueis muito acima do normal e muitas pessoas morando na rua.


Será que é um dia para se comemorar? 


Fica aqui a pergunta, pois em um país onde o presidente da república inflama seus apoiadores contra o guardião da constituição, só posso dizer, este presidente não pode continuar, não tem perfil para uma construção onde todos possam se respeitar. É lamentável, mas estamos nesta situação por culpa deste presidenciável e muitos de seus ministros.


Fora corrução, fora corruptos


por:

Álvaro Jeronymo -

Estágio Probatório - é Importante as avaliações serem feitas no tempo correto.

 Bom dia Caros colegas do quadro de serviço e do quadro de apoio escolar.


Ontem fizemos uma primeiro bate papo a respeito de estágio probatório, como pude perceber é um tema importante para a nossa vida funcional.

Sabemos que alguns estão com seu estágio já regularizado, outros por regularizar e tem os novos integrantes, por isso chamei algumas pessoas para debater o tema.

Vou aproveitar para me desculpar com alguns pois não consegui fazer a divulgação como deveria visto que houve um contratempo ontem e acabou me tomando o tempo em que tinha me organizado para fazê-lo.

Este bate papo se deu após eu perguntar no grupo onde eu sou adm a respeito  do tema "Estágio Probatório" e como resposta vi que uns tiveram o estágio publicado no tempo certo e outros tiveram atrasos na publicação, após esta análise vi a importância de alertar os colegas a respeito do tema e estamos organizando um passo a passo para que todos possam conhecer os caminhos para regularizarem sua vida funcional.

Bom, vamos às falas, resumidamente, importantes e pertinentes.

A Senhora Ana informou que o tema é importante e que devido a algumas demandas que dos GOES e Secretários o tema acaba passando despercebido e quando vai verificar não fizeram as avaliações devidas e tudo a respeito da vida funcional do funcionário acaba ficando atrasado, por isso carece sim de que o funcionário acompanhe de perto o andamento do estágio probatório.

A Senhora Kika foi bem enfática e, foi dura na fala, Fez uma fala forte e dura, disse que o povo é acomodado, que não podem deixar de olha no GEDAE e na SED e conversar com o GOE a respeito. Foi uma aula ouvir ela falar, mas ao mesmo tempo sabemos que temos alguns diretores e GOE's que acham que sabem de tudo e não se colocam a ouvir as pessoas, diante a isto, nós estamos construindo um passo a passo para ajudar a contemplar a todos que estão com a vida funcional irregular.
A Sra. Kika continuou informando que se o funcionário passou por algumas escolas e não foram feitas as avaliações isto já começa a prejudicar, mas é necessário que o funcionário solicite ao seu goe que olhe a situação e entregue protocole duas vias sobre a situação do funcionário para que uma das vias fique para o goe e a outra seja entregue para acompanhamento do interessado. É claro que houve muito mais informações, mas lembre-se, é apenas um resumo.

A o Sr. Josivaldo informou que as pessoas estão muito acomodadas e que é importante que todos participem de uma associação. Informou que a Afuse nada faz e que as pessoas deveriam se desfiliar, disse que era uma opinião dele. Disse ainda que se as pessoas não se mobilizar nem para ver se sua vida funcional está em dia, vai ficar difícil cobrar outras ações. Informei ao Sr Josivaldo que ele está certo em sua opinião, mas que no momento não poderíamos debater nada a respeito de associação e nem de saída do sindicato, pois depois conversaria com ele a respeito dos motivos. A colega Edilaine e Claudio perguntaram a respeito do tema e eu informei que a fala é de protesto contra a situação atual e o Sr. Josivaldo deu a opinião dele a respeito desta situação em que as pessoas não se unem para o que é necessário.

A fala da Edilaine veio de encontro com a da Kika, teve vários complementos, ela informa que as pessoas precisam acompanhar o SED, o GEDAE, disse que precisam procurar o GOE e o DIRETOR e sem medo pois o que está em jogo é a vida funcional do Agente de organização, lembrou ainda que o GOE faz toda a documentação dos professores e por vezes devido a demanda esquece da vida funcional do Agente, mas o agente deve cobrar e se eles nada fazerem é importante solicitar por escrito como está o andamento do seu estágio probatório. Se nada conseguir com estes responsáveis diretos, aí deve seguir para a Diretoria de Ensino e posteriormente cobrar as ações na ouvidoria. Neste momento informei que estava junto com outros colegas construindo um documento para tentar levar até a afuse a fim de que eles pudessem orientar a todos por meio de algum informativo. Porém, a Sra. Edilene disse que nós mesmos podemos desenvolver e divulgar, deixando a Afuse para um último momento. Todos concordaram com a fala dela.
O Claudio falou a respeito de Comissão e de associação, que são temas para um futuro encontro e se colocou a ajudar na construção do documento, assim como todos os participantes.  
O Sr Lucas também fez manifesto no chat e se colocou à disposição da construção do informativo e todos se dispuseram a ajudar na divulgação tão logo esteja tudo pronto. A Sra. Aline Gondim encontra-se com problemas em seu aparelho e por isso conversei a respeito do tema com ela e com a Simone durante a semana.

Ficamos de nos encontrar no mesmo canal, google meet, no próximo sábado e eu já deixo aqui registrado que poderá ser às 20 horas, pois algumas pessoas disseram ser um horário mais tranquilo.

Espero vocês neste próximo bate papo e SE POSSÍVEL acompanhem  as votações na ALESP... e vamos cobrar o Abono, pois o miserável já disse que vai sair, quer usar nosso abono na campanha dele. Tá na hora de todos mandarem e-mails e ligarem para os parlamentares.

atenciosamente
Álvaro Jeronymo
Ana Lúcia, Aline Gondim, Simone Coelho
Josivaldo, KIka, Edilaine, Cláudio e Lucas.

Proposta encaminhada para Bancada Ativista - Deputada Estadual Monica Seixas - para contemplar os ASE

 Proposta para tentar contemplar todos os cargos em extinção no reenquadramento, principalmente os Agentes de Serviços Escolares  - ASE -  (cargo que foi terceirizado)


Proposta: Projeto de lei complementar para os profissionais da educação que estão com o cargo em extinção e têm dedicação exclusiva ao estado por mais de 10 anos. (pode ser um substitutivo ou emenda. "a ser decidido pela parlamentar Mônica Seixas")


A quem se destina este projeto: aos cargos em extinção cujos profissionais estão há mais de 10 anos no estado e atuando em funções diversas dentro da estrutura organizacional da educação, ou seja, atuando nas funções similares de Agente de Organização Escolar.


Este projeto tem por objetivo corrigir a falha que o Governo do Estado de São Paulo vem cometendo com funcionários públicos profissionais da educação que estão na ativa e não foram contemplados com benefícios no PLC 02/2022 nem pela PLC 03/2022. Logo, para que todos possam ser contemplados, faz-se necessário que esta casa legislativa corrija o equívoco criado pelo Governo do Estado.


Os profissionais da educação cujos cargos estão em extinção encontram-se desempenhando os mesmos papéis que um Agente de Organização Escolar, sendo que alguns Agentes são designado ao cargo de Gerente de Organização Escolar, por isto há que se efetuar a devida equiparação para todos, conforme suas atribuições e desempenho na estrutura educacional.


A fim de que haja uma correção justa, todos os profissionais do Quadro de apoio escolar e do Quadro de Serviço Escolar cujos cargos encontram se em extinção e os profissionais têm mais de 10 anos de Estado, devem ser encaminhados para o último nível na escala de reenquadramento dos profissionais da educação conforme a tabela I e II da escala de vencimentos da classes de apoio escolar da estrutura II, uma vez que os profissionais que estão com o cargo em extinção não foram contemplados no PLC 03/2022 e desta forma estaremos valorizando o tempo de casa e a dedicação exclusiva destes profissionais. Contudo, é pedido a equiparação destes profissionais com mais de 10 anos de dedicação exclusiva e cargos em extinção pois os mesmos desempenham as mesmas atribuições que um Agentes de Organização Escolar. 



Justificativa:


Os Profissionais que se dedicam há mais de 10 anos no estado não se sentiram contemplados com o reenquadramento apresentado pelo governo. Nem mesmo alguns agentes de organização estão acobertados, pois muitos não possuem cargo superior. É notório que há uma segregação e uma grande falha do Governo Paulista, principalmente para aqueles cujos cargos encontram-se em extinção, e é preciso reverter estes erros do governo paulista em não contemplá-los pois a maioria destes profissionais se dedicam há muito tempo ao estado e devem ser reconhecidos e terem o reenquadramento justo, passando a fazer jus à tabela de cargos dos AGENTES DE ORGANIZAÇÃO ESCOLAR cuja tabela vai da faixa/nível 1 até a faixa/nível 6.


O Estado de São Paulo deve conceder, ao menos, a estes profissionais dedicados, algum certificado por terem dedicação exclusiva e por serem profissionais exemplares, reenquadrando a todos no mínimo na faixa (6)  conforme a escala de vencimento da classe de apoio escolar, estrutura II, tabela I e II, uma vez que são pessoas que o estado deve reconhecer a exclusividade do trabalho e valorizar a antiguidade destes profissionais.

Pedimos isto pois os cargos que se encontram em extinção não foram contemplados na PLC 2/2022.  


Citando a lei 10.261 de 28 de outubro de 1968, atualizada pela lei complementar 1.310 de 4 de outubro de 2017, podemos encontrar nos artigos 87 e 88 as seguintes passagens: 


artigo 87: Promoção é a passagem do funcionário de um  grau para o outro da mesma classe e se processará obedecidos, alternadamente, os critérios de merecimento e de antiguidade na forma que dispuser o regulamento;


artigo 88: o merecimento do funcionário será apurado em pontos positivos e negativos.


Diante a todas as informações é importante que os mais antigos e que se dedicaram com exclusividade possam ser enquadrados na mesma tabelas apresentadas na PLC 02/2022, passando a seguir no nível em que se encontram e indo direto para a faixa 6, isto para todos os cargos que estão extintos e profissionais que detém mais de 10 anos de dedicação exclusiva ao Estado. 


Relação dos profissionais do Quadro de apoio Escolar e do Quadro de Serviço Escolar:

QUADRO DE APOIO ESCOLAR (QAE):

*Agente de Organização Escolar (AOE)

*Agente de Serviços Escolares (ASE)

*Assistente de Administração Escolar 

*Secretário de Escola 


QUADRO DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO (QSE)

*Analista 

*Executivo Público 

*Oficial Administrativo


sp- 18-03-2022.

Proposta desenvolvida por Álvaro Expedito Jeronymo para o mandato da bancada ativista.

Aos cuidados da Deputada Estadual Sra. Mônica Seixas

Proposta apresentada para a Bancada Ativista - Deputada Estadual Mônica Seixas. Inclusão dos Secretários de Escola na reestruturação

Para contemplar os Secretários de Escola na reestruturação 

Proposta: Projeto de lei (substitutivo ou emenda) para os profissionais da educação (Secretários de Escola) que estão com o cargo em extinção e têm dedicação exclusiva ao estado por mais de 10 anos.

Este projeto tem por objetivo corrigir a falha que o Governo do Estado de São Paulo vem cometendo com funcionários públicos que estão na ativa e não foram contemplados com benefícios no PLC 02/2022 e nem no PLC 03/2022.

Para que estes profissionais possam ser contemplados, faz-se necessário que esta casa legislativa corrija o equívoco que o governo está causando, criando uma tabela para os Agentes de Organização Escolar e deixando de fora outros grupos. É necessário que todos sejam equiparados e utilizem a mesma tabela e o mesmo critério de enquadramento para o secretário que detém curso superior ou não, ou que se crie uma nova tabela exclusiva para os Secretários da educação, visto que até o presente momento o governo do estado nada fez. 


Justificativa:

s Secretários de Escola, profissionais que se dedicam há mais de 10 anos, com exclusividade, no estado de São Paulo não se sentiram contemplados com o reenquadramento apresentado pelo governo paulista. É notório que há uma segregação e uma grande falha ocasionado por este governo, pois estes profissionais se dedicam há muito tempo ao estado e devem ser reconhecidos e contemplados com o aumento de 20% e um re-enquadramento justo, como está sendo feito aos agentes de organização escolar, é necessário fazer igual para os  secretários de escola, assim, os secretários deverão fazer jus à tabela de cargos dos AGENTES DE ORGANIZAÇÃO ESCOLAR cuja tabela vai da faixa/nível 1 até a faixa/nível 6.

O Governo do Estado de São Paulo deve conceder a estes profissionais, com notável saber administrativo e educacional , certificados por serem profissionais exemplares e dedicarem se aos serviços com presteza, dedicação e exclusividade, cujos conhecimentos, destes, são repassados aos novatos. Estes profissionais por se dedicarem com exclusividade cuidam da gestão administrativa escolar e sem os mesmos haveria muitas irregularidades em relação à vida funcional de todos que estão na escola, visto que eles cuidam desde o ingresso de todos profissionais da educação, passando por pagamentos e aposentadorias.

Uma vez que eles não foram enquadrados em nada até o momento, faz-se necessário que estes sejam contemplados nesta plc 10/2022.

Sabe-se que nas escolas os quadros do magistério podem acumular conforme a constituição permite, mas os profissionais do quadro administrativo não o podem, por isto, é necessário que o governo reconheça a dedicação exclusiva e faça a devida equiparação e reenquadrando destes secretários na faixa/nivel 6, concedendo a todos os secretários títulos de notório saber de gestão administrativa e educacional. 

Conforme a lei 10.261 de 28 de outubro de 1968, atualizada pela lei complementar 1.310 de 4 de outubro de 2017, podemos encontrar nos artigos 87 e 88 as seguintes passagens: 

artigo 87: Promoção é a passagem do funcionário de um  grau para o outro da mesma classe e se processará obedecidos, alternadamente, os critérios de merecimento e de antiguidade na forma que dispuser o regulamento;

artigo 88: o merecimento do funcionário será apurado em pontos positivos e negativos.

Há que ressaltar que estes profissionais mais experientes são de suma importância na condução da máquina estatal, logo, o Estado e toda a comunidade escolar ganham com isso. Não podemos contestar a antiguidade e saber educacional que eles detém, por isto, cabe ao governo conceder a estes secretários título de notório saber de gestão administrativa e educacional e reenquadrá-los na faixa/nivel 6 da estrutura II da tabela I da classe de vencimento do apoio escolar .

Proposta desenvolvida por Álvaro Expedito Jeronymo para o mandato da bancada ativista.

Aos cuidados da Deputada Estadual Sra. Mônica Seixas

Para tentar contemplar no PLC 10/2022

O QAE e QSE estão sozinhos na luta contra o Governo do PSDB que não nos valoriza.

Onde estão os jornalistas imparciais e investigativos?

É com muita perplexidade que vemos nos veículos de comunicação as falácias apresentadas pelo Secretário da Educação Paulista assim como pelo Governador de São Paulo - José Agripino Dória.

Não sei quais as piores ações, ou seja, se é a falta de respeito com a qual o secretário da educação e o governador tratam os servidores públicos paulistas, em especial os Agentes de Apoio escolar, ou se é a ação negativa proporcionada pelas emissoras de televisão que apresentam informações sem ao menos ir a fundo no que acontece de verdade, colocando os servidores como vilões, quando esta não é a verdade, pois o governo não nos valoriza há muitos anos. 

Podemos dizer que nós, servidores públicos do quadro de apoio escolar e do quadro de serviço escolar, estamos sem um real aumento há mais de 12 anos e o governo paulista nada repõe e, devido a isso, seguimos com nossos salários deficitários, em torno de R$ 1.005,76, abaixo do salário mínimo. Diante ao fato, encaminhamos aos senhores repórteres os nossos holerites atuais e os de 10 anos atrás. 

Estamos cansados das falácias apresentadas por estes que estão à frente da educação paulista e ficam jogando o público contra os servidores. Seria muito mais justo que os veículos de comunicação, através de seus repórteres investigativos, pudessem fazer uma real matéria a respeito do que acontece com os servidores do quadro de apoio escolar e de serviço escolar.

O governo atual está sucateando a educação com finalidade de terceirizar toda a educação pública, já o fizeram com o Quadro de serviço escolar e o que notamos agora é uma escola suja e sem funcionários para a limpeza, pois as empresas terceirizadas atrasam pagamentos e não contratam os funcionários para a limpeza. O Governo não efetiva os últimos concursados, estes que foram aprovados no concurso de 2018, alegando que não há verbas, mas por outro lado faz contratos precários, com os mesmos aprovados, e acaba prejudicando todo o quadro de apoio e de serviço escolar, porque o correto seria efetivar os que foram aprovado se homologados no concurso. Se há contrato de emergência é porque as escolas precisam dos funcionários, e a pergunta é: por qual motivo este governo paulista não efetiva quem foi aprovado.

Já passou da hora de estas emissoras darem o mesmo espaço para os servidores, pois a cada aumento que é dito pelo atual governo, podemos dizer que nenhum deles chegam aos nossos bolsos. Queremos saber o porque o governo até o momento não pagou o Abono que o quadro de apoio escolar e quadro de serviço escolar tem direito. Queremos saber ainda qual o motivo de não terem encaminhado ainda o projeto de lei, referente ao abono do QAE/QSE, para a Assembleia Legislativa Paulista, pois o secretário da educação paulista disse que iriam encaminhar assim que acabasse o recesso parlamentar. 

Não queremos muito, mas apenas o que é nosso de direito, pois entregamos nossa força de trabalho e queremos ser remunerados com valores que nos possibilite dar uma vida digna a nossos familiares. Basta de enganação governo paulista e secretário da educação. Queremos uma mídia imparcial e que possa investigar os fatos e não apenas postar o que o Governo diz, mas nada faz. No atual momento podemos dizer que é um governo faz de conta, pois vive de propaganda enganosa.

Quem assina são todos os profissionais da educação do Quadro de Apoio Escolar(QAE) e do Quadro de Serviço Escolar (QSE).

O candidato ao Governo do Estado de São Paulo, Guilherme Boulos, ouviu os profissionais do quadro de apoio escolar.

 São Paulo, dia 20 de fevereiro de 2022.

Resumos da reunião do QAE/QSE, Profissionais Escolares de Educação administrativos e auxiliares de variados cargos e funções.

No dia 19 de fevereiro de 2022 o então Candidato ao Governo do Estado, Senhor Guilherme Boulos, reuniu-se com os servidores do Quadro de Apoio Escolar e Quadro da Secretaria de Educação com cargos e funções variadas.  O Boulos colocou-se à disposição do nosso grupo para ouvir as nossas demandas. 

Eu, Álvaro Jeronymo, anfitrião da reunião, e a senhora Marina Mattar, assessora do Guilherme Boulos, conduzimos a reunião que contou com mais de 65 pessoas, mas em um universo de mais de 30 mil profissionais de apoio da educação estadual vejo que poderíamos ter lotada a sala virtual, contudo, foi uma boa reunião e todos que estiveram presentes, no sábado às 19 horas, para acompanhar a conversa, estão de parabéns, pois mostra que estamos juntos na luta por melhorias. Lembrando a todos de que eu sozinho nada poderia fazer, mas unidos conseguimos com que o Boulos nos ouvisse. Assim, todos que fizeram parte desta reunião fez história e querem mudanças de verdade.

Apresentei uma explanação das nossas lutas para mostrar ao Senhor Guilherme Boulos que os profissionais de Apoio da educação não estão parados. Abordei sobre os acontecimentos que ocorreram em 2019 quando estivemos na luta contra a reforma administrativa, falei sobre o requerimento de informação, n° 649/2020 e n° 650/2020, que a Deputada Estadual  Isa Penna protocolou na Assembleia legislativa a meu pedido, e quero deixar registrado o meu agradecimento a ela. Além de ter apresentado outros informes. 

Falei sobre a procura incansável que fizemos para que o nosso sindicato Afuse fizesse uma representação junto ao Secretário da Educação, mas que infelizmente o Sindicato fechou-se em um casulo e de lá não sai para nada. É lamentável ter uma representação sindical que encontra-se inerte e, a inércia deste grupo de representantes causa esta situação a qual estamos vivendo, porém, vou um pouco além: nós também somos culpados de deixar chegar neste ponto. Temos que nos unir em busca do bem comum e como tivemos pouca participação na reunião, posso dizer que está faltando união. Leia a íntegra da minha fala no final deste resumo

Após minha fala foi a vez da Sra. Patrícia Nascimento e da Sra. Eliza Pontes abordar o tema das nossas demandas. Como a Marina Mattar bem ressaltou, as nossas demandas foram encaminhadas por escrito para a assessoria do Guilherme Boulos e, quero informar que nossas falas, inclusive a carta com as demandas, encontram-se na íntegra no final deste resumo. 

Retomando as falas, a senhora Eliza Pontes disse que somos apartidários e que buscamos melhoria para nossos quadros, informou que a Patrícia iria dar ênfase nas demandas e abordou o assunto sobre o que um grupo de Agentes voluntários estão desenvolvendo. Resumidamente ela informou que estamos convidando diversos deputados estaduais que queiram nos ouvir. Informou ainda que já foi conversado com alguns parlamentares e que outros  não se colocaram à disposição do nosso grupo.  A íntegra da fala da Sra. Eliza também se encontra abaixo com mais detalhes.

A Patrícia Nascimento abordou o assunto que mais desejamos que seja atendido, falou da importância da melhoria salarial, do necessidade de um aumento urgente no nosso salário, de um plano de carreira que possa contemplar a todos os profissionais de apoio da educação, falou sobre o vale alimentação, que está sendo pago no valor de 12 reais, cobrou uma possível melhoria no valor do "ALE" pois recebemos 1/3 do que o professor e diretores recebem. Neste ponto a respeito do pagamento do valor do "ALE" ela, a Patrícia, ressaltou:  "será que as nossas vidas vale menos que a deles". Após a fala da Patrícia houve nova intervenção da Sra. Marina a qual informou que havia recebido as demandas por escrito e que o Guilherme Boulos já as tinha em mãos.

O Sr. Abel Silva fez uma defesa muito importante em relação ao Conselho do Fundeb (órgão fiscalizador) e ao Conselho Estadual da Educação (órgão deliberativo). Foi muito bom ele ter trazido este tema tão importante, pois todos devemos saber que nestes conselhos são acompanhados os movimentos monetários e elaborados o que deve ser implementado na educação. O Sr. Abel fez uma defesa de que os profissionais do quadro de apoio escolar tenham uma participação direta nestes conselhos, pedindo ao Candidato Guilherme que olhe com atenção para esta importante demanda, pois desta forma saberemos onde e como estão sendo aplicadas as verbas que são destinadas para a educação entre os assuntos deliberativos. A íntegra desta encontra-se no final deste resumo.

A Sra Maria Santana e a Sra Edilaine Cola fizeram uma abordagem histórica de como surgiu o quadro de apoio escolar para que o Guilherme Boulos pudesse ver como está sendo o desmonte da Escola Pública Estadual nestes últimos 30 anos de governo do PSDB. Um enorme atraso e retrocesso. Abordaram ainda um pouco sobre os problemas que o pessoal do  quadro de serviço escolar vem sofrendo e disse que é importante que também estejam dentro da construção de um novo plano  de carreira para que todos possam ser contemplados.  A íntegra da fala encontra-se no final do resumo.

A Sra. Ana Semiotti apresentou uma abordagem do que aconteceu com o quadro das Secretárias e Secretários de Escola, fez uma defesa de um plano de carreira que possa contemplar a todos, visto que, nas palavras dela: "todos os profissionais de apoio da educação são importantes". Conforme as informações dela, com a mudança que está acontecendo o governo por meio de seu secretário da educação e estes desmonte está prejudicando a todos e principalmente os Secretários que além de perderem espaço não estão enquadrados no plano de carreira que foi apresentado e, um plano que precisa ser melhor estruturado. A íntegra desta encontra-se no final do resumo. 

Após todas estas apresentações, a Assessora passa a Fala para o Guilherme Boulos.

Conforme as palavras do Sr. Guilherme Boulos: "estou estarrecido com tantas maldades apresentadas por este governo do PSDB para esta classe trabalhadora" como ele disse: não há que negar que este grupo do PSDB há anos vem fazendo o desmonte da educação, o Governo Paulista, assim como seus secretários são pessoas que não recebem ninguém que não sejam do grupo deles. É lamentável que não tenham um olhar para estas demandas apresentadas e o que depender dele, ou seja, o que depender do Guilherme Boulos, nossas reivindicações seguirão para frente.  O Guilherme disse que irá conversar com os parlamentares do PSOL na Alesp para ver se conseguem uma abertura com o secretário da educação, porém ressaltou que devido a egos, do grupo de políticos do PSDB, estes podem se negar a receber uma comissão nossa a fim de dialogar a respeito dos nossos temas, mas irá fazer as ações necessárias. Comprometeu-se a colocar no plano de governo as nossas reivindicações.

No final houve três intervenções:

A Sra. Cristina Freitas falou a respeito dos assédios que acontecem nas escolas, não só dos dirigentes para com os funcionários, mas a falou a respeito da falta de estrutura e uma adequação a respeito da hierarquia, pois o que se vê hoje é um Goe trabalhando sobre muita pressão e caso não atendam as demandas ou solicitações incabíveis podem ser substituídos ao bel prazer dos diretores.
Eu, Álvaro Jeronymo, complementei informando que há uma necessidade de se ter uma separação de poderes na administração escolar, visto que estes assédios vão continuar pois há diretores que não sabem que não é com gritos ou falta de respeito que se conduz a máquina pública. Há muito o que fazer para acabar com o assédio no ambiente escolar, não só o assédio de diretores, como também de vice-diretores e coordenadores. 

Por fim, a Aline Freitas fez uma fala pedindo ao Guilherme Boulos que se comprometa a atender nossas pautas e a assinar um documento conjunto com o nosso grupo no qual ele se compromete a colocar no plano de governo as nossas demandas. A Aline ainda ressaltou a importância de que o governo revogue a lei 1361/2021 que ataca o funcionário público em todos os sentidos, é de uma perversidade tal lei. Completou dizendo que dentre as maldades encontra-se a retirada das abonadas e pede ao Candidato que olhe também sobre a escola cívico militar, uma aberração que precisa ser parada antes de ser desenvolvido qualquer projeto a respeito.  A íntegra encontra-se no fim do resumo.

Ao término da última intervenção, o Guilherme Boulos reforçou o compromisso assumido e disse que se eleito irá fazer o que deve ser feito para reconhecerem de vez a importância do trabalho dos profissionais da educação e já disse que a LDB menciona que todos somos profissionais da educação e quando a Luiza Erundina foi prefeita de São Paulo ela valorizou e muito os servidores público e esta também será a marca do governo dele, mas para isto ele precisa ser eleito.

Foram feitos os agradecimentos pela presença de todos, foram tiradas fotos e continuaremos na luta por valorização, pois estamos construindo um projeto melhor para todos. A mudança está em nossas mãos, e não adianta dizer que você não tem tempo, pois eu e todos os demais que estiveram presentes, também temos nossas responsabilidades, nossas famílias, estudos e diversão. Se queremos ser melhores remunerados temos que parar de reclamar e fazer nossa parte.

O Grupo de Voluntários precisa de mais pessoas para podermos avançar em várias frentes.

Resumo elaborado por Álvaro Jeronymo - Agente de Organização Escolar.


Galeria de Fotos:












Segue as integras das falas encaminhadas pelos oradores/oradoras.

Tópico 1 - Retrospectiva das últimas ações desenvolvidas. Orador: Álvaro Jeronymo - (São Paulo Capital) Leste 3


Saudação ao Guilherme Boulos e sua assessoria.


Saudação aos pares, Agentes de Organização e de Serviços, Secretários e Oficiais administrativos.


Prezado candidato ao Governo do Estado de São Paulo, Sr. Guilherme Boulos, o quadro de apoio escolar vem há tempos tentando dialogar com o atual governo para falarmos dos problemas que assolam a categoria.


Porém, temos atualmente dois grandes problemas, um Governo que não nos ouve e um Sindicato, chamado Afuse, que não nos representam. Este ao menos deveria nos representar e nos ouvir para tentarmos encontrar um caminho para os problemas que enfrentamos há tempos. 


Sr. Guilherme, estamos rumo a um precipício e sem uma direção representativa que possa mudar o rumo.


Para que o Senhor veja que não estamos parados, segue as ações desenvolvidas cronologicamente.


Em 2019 estive eu e mais algumas pessoas cobrando ações do nosso representante para que viesse a conversar com o governo. Este sinalizou que o secretário da educação não os recebia.


Em setembro de 2020 o grupo em busca de melhorias se reuniu virtualmente para tirar algumas ações, umas conseguimos que fossem atendidas, porém as relativas a valorização salarial e plano de carreira não foram atendidas. 


Continuamos nos mobilizando através de reuniões virtuais e em busca de juntos encontrarmos caminhos para desenvolvermos algo que abrisse um espaço para o diálogo. Porém, nada. Encaminhamos mensagens para parlamentares, dos 94 deles 5 responderam, mas nada de concreto pois não conseguiram abrir diálogo com o Secretário da Educação.


Por meio da Assessoria da Deputada Estadual, a Sra. Isa Penna, o secretário da educação, Sr. Rossieli, respondeu aos Requerimento  de informações N. 649 e 650 de 2020 - datados de 11 de novembro de 2020.


Ao questionamento 649/2020 que tratava sobre a remoção, na época, a resposta do Secretário apresentou os prazos e atendeu a demanda, mas ressaltamos que foi resolvido após intervenção do parlamento e pressão dos agentes. Contudo, a novela da remoção voltou a prejudicar os agentes, pois novamente encontra-se sem os devidos prazos e não há  transparência nas ações deste atual governo.


Quanto ao Requerimento 650/2020 foi respondido através do ofício da secretaria da educação no dia 28 de outubro de 2020 e este respondeu que até 31/12/2021 não poderiam conceder aumentos devido a calamidade pública, mas já estamos em fevereiro de 2022 e em dezembro de 2021 foi pago Abono para o Magistério e nada para o quadro administrativo.


Quero que, com estes fatos cronológicos, o senhor possa compreender que estamos tentando mostrar para o atual Governo que ele precisa nos valorizar. Todas as escolas estaduais foram reformadas, tiveram investimentos de 1,5 bilhões na infraestrutura tecnológica. Tiveram mais de 1 bilhão de investimento em reformas nas estruturas. Isto é ótimo, mas o governo tem que valorizar quem cuida deste patrimônio, quem está atendendo aos pais e aos alunos e ele não o faz, possivelmente com o foco de querer terceirizar todo o sistema público e entregar para os amigo deles do setor privado.


Para encerrar, a gota d'água foi o pagamento do ABONO FUNDEB pago para um grupo e não para o outro e com isto gerou uma divisão de profissionais que trabalham em um mesmo ambiente, cujo atual governo parece que gosta de causar estes atritos, segregando para poder avançar com suas maldades. 


Após esta ação maldosa do Dória redigimos um abaixo assinado que resultou em mais de 24 mil visualizações e mais de 5 mil assinaturas  gerando novas ações da categoria em busca de valorização.  


Obrigado a todos e obrigado Guilherme por nos ouvir.


Requerimento de Informação 649/20 - Deputada Estadual Isa Penna (Requerendo informes a respeito da Remoção).


Requerimento de Informação 650/20 - Deputada Estadual Isa Penna (Requerendo informes a respeito do baixo salário pago e da falta de reajuste do vale alimentação).


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Tópico 2 - Apresentação das demandas (reivindicações) que queremos. Oradoras: Elisa Pontes ( Cidade de Macatuba) e Patrícia Nascimento (Cidade de Mauá);

Íntegra da fala da Sra. Patricia Nascimentos...
....Boa Noite Guilherme Boulos e demais coletas: é urgente a questão do reajuste salarial, uma vez que esse não acontece há cerca de 7 anos, e que as perdas já somam os 450%. 

O salário inicial de uma Agente gira em torno de 1.050 reais, bem inferior ao mínimo estadual, tornando a categoria mais mal paga do Estado. é muito difícil se viver na capital mais cara do país, com um salário desse, e mesmo os que já tem um certo tempo de cargo, não tem salário líquido mensal maior que 1.500 reais. Diante dos baixos salários, já sofríamos 2 descontos referente ao Iamspe, que é um serviço totalmente precarizado, e em algumas regiões inclusive ele inexiste, e em 2020 instituiu-se um terceiro desconto referente a esse serviço, criado através do Decreto 17.273/2020 onerando ainda mais nosso salário tão defasado. 

Ainda, na linha dos valores, posso dizer que precisamos de uma correção urgente no Vale alimentação, que hoje corresponde a 12 reais por dia trabalhado, sendo esse descontado em caso de férias, licença saúde, licença prêmio ou qualquer tipo de falta. Além disso, é notório que precisamos de correção em relação ao vale transporte, uma melhora no (ALE) , Auxílio Local de Exercício, uma vez que recebemos 1/3 do que é pago ao quadro do Magistério, que presta serviço no mesmo local, bem como a revisão do GTCN, já que o Quadro de Apoio recebe 10% a menos que o quadro do Magistério, também trabalhando na mesma unidade escolar. Que seja pago a  gratificação para o Quadro de Apoio que presta serviço nas Escolas de Tempo Integral no importe de 75%, assim como é feito com os professores, sob a alegação de que nossa carga horária já é de 40 horas semanais, deixamos de receber essas gratificação e também ficamos impedidos de acumular cargos, e isso seria resolvido caso aprovado o PL 490 /19 que institui a gratificação por dedicação exclusiva, que tramita nas últimas comissões da Alesp, mas até a presente data todo e qualquer projeto que nos beneficiaria, encontra-se parado na Alesp.

Em relação ao plano de carreira, este não contempla a todos e, devido a isso, deixará muitos sem possibilidades de ter uma melhoria salarial. Há muitos funcionários ainda hoje na ativa que tinham como exigência para ingresso apenas o nível fundamental e, com o tempo, passou-se exigir o ensino médio. A  atual proposta é que tenhamos nível superior, não bastando esse absurdo, ainda a proposta é que esse nível superior seja na área pedagógica, e aí há 2 agravantes, o risco de colocar essa categoria tão precarizada para suprir a falta de professores, com o mesmo salário de Agente, ou até mesmo incluir essa categoria no QM extinguindo de vez os cargos finalizando o desmonte que já vem acontecendo e o exemplo citado, foi a falta de concursos públicos na área, a não efetivação dos aprovados no concurso de 2018, contratando os mesmos em caráter temporário e tirando dele alguns dos poucos benefícios que o cargo oferece, como o uso do Iamspe por exemplo.

 Enfatizo que nosso cargo é administrativo, e queremos ser valorizados dentro das nossas atribuições, e que a essa altura é desumano exigir que façamos uma faculdade, ganhando 1000 reais ao mês.

Para finalizar discorro sobre o ABONO FUNDEB, o qual nos foi furtado o direito de receber, já que em vários outros estados brasileiro, os governos contemplaram a todos os profissionais da educação, com a verba recebida do Fundeb. O governo de São Paulo, alegando inconstitucionalidade, já que o texto não deixava claro que a categoria tinha direito, fez o pagamento apenas para os professores. Com a sanção do Presidente em dezembro de 2021, incluindo claramente o quadro de apoio nos 70% do Fundeb, ele, o Dória,  ao invés de fazer o pagamento imediato para a categoria, por meio do seu Secretário da Educação, Sr Rossieli Soares, veio com a argumentação de que antes do pagamento seria necessário o envio do Projeto para a Alesp, regulamentando esses pagamento, e que isso aconteceria no início de fevereiro, bem como o projeto do plano de carreira, cursos e afins, mas já passamos da metade do mês de fevereiro, e nada acontece. Pedi que todos que assumissem o poder, olhassem para os cerca de 55 mil que somos pois atrás de cada rosto, existe um pai e mãe de família, que necessitam levar dignidade para suas casas
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Tópico 3 - Necessidade de uma representação, nossa, no Conselho do Fundeb e no Conselho Estadual da Educação. Orador: Abel Silva (Cidade de São Carlos)

Proposta de representação da categoria Agente de Organização Escolar (AOE) nos Conselhos estaduais relacionados à educação paulista.

– Ao Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB) – CACS do FUNDEB de São Paulo.

CONSIDERANDO assegurado a criação, a autonomia, a manutenção e a consolidação dos Conselhos de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – CACS do FUNDEB, instituído pelo art. 212-A da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988;
CONSIDERANDO a atribuição do CACS do FUNDEB de acompanhamento e controle social da utilização dos recursos do fundo na educação básica, instituído como instrumento permanente de financiamento pela Lei Federal n.º 14.113, (de 25 de dezembro de 
2020) fundamentando o Lei Estadual n.º 17.366, (de 10 de maio de 2021) e o Decreto Estadual 
nº 65.801, (de 21 de junho de 2021) para a instituição do CACS do FUNDEB do estado de São Paulo;
CONSIDERANDO o artigo 3º da Lei Estadual nº 16.954, (de 19 de março de 2019), alterado pela Lei Estadual 17.366, (de 10 de maio de 2021), apresentando a seguinte composição do CACS:

a) 3 (três) representantes do Poder Executivo estadual, dos quais pelo menos 1 (um) do órgão estadual responsável pela educação básica;
b) 2 (dois) representantes dos Poderes Executivos municipais;
c) 2 (dois) representantes do Conselho Estadual de Educação;
d) 1 (um) representante da seccional da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (UNDIME);
e) 1 (um) representante da seccional da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE);
f) 2 (dois) representantes dos pais de alunos da educação básica pública;
g) 2 (dois) representantes dos estudantes da educação básica pública;
h) 2 (dois) representantes de organizações da sociedade civil;
i) 1 (um) representante das escolas indígenas;
j) 1 (um) representante das escolas quilombolas;
ASSIM CONSIDERADO, pleiteamos uma cadeira de representação no CACS do FUNDEB de servidores técnico-administrativos das unidades escolares públicas estaduais de educação básica do estado de São Paulo. Desta forma, teremos a legitimidade de voto no Conselho e a possibilidade de encaminhamento de expedientes fiscalizatórios e de controle social também pela categoria em relação ao financiamento e os investimentos dos recursos à educação estadual paulista.

Referências
BRASIL (País). Lei Federal n.º 14.113, (de 25 de dezembro de 2020). Regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).  <<https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.113-de-25-de-dezembro-de-2020-296390151>

SÃO PAULO (Estado). FUNDEB. Coordenadoria de Orçamento e Finanças. Secretaria da Educação do 
Estado de São Paulo. 
<<http://www.educacao.sp.gov.br/cofi/a-coordenadoria/fundo-de-manutencao-e desenvolvimento-da-educacao-basica-e-de-valorizacao-dos-profissionais-da-educacao-fundeb/>>

Proposta de representação da categoria Agente de Organização Escolar (AOE) nos Conselhos estaduais relacionados à educação paulista:
– Ao Conselho Estadual de Educação do estado de São Paulo – CEESP.

CONSIDERANDO a Lei n.º 7.940, (de 7 de junho de 1963) que dispõe a sobre a criação do Conselho Estadual de Educação, a reorganização feita pela Lei n.º 9.865, (de 09 de outubro de 1967) e pela Lei n.º 10.403, (de 06 de julho de 1971) e alterações posteriores em que institui o CEE um órgão normativo, deliberativo e consultivo do sistema estadual de ensino vinculado à Secretaria de Educação;

CONSIDERANDO que o CEESP é constituído por vinte e quatro membros nomeados pelo Governador escolhidos entre pessoas de notório saber e experiência em matéria de educação, observada a devida representação dos diversos graus de ensino e a participação de representantes do ensino público e privado. (SÃO PAULO, 1971, art. 5º).

CONSIDERANDO, que não está descrito na composição de membros do CEESP nas leis supracitadas uma cadeira para representação de servidores técnico administrativos das unidades escolares públicas estaduais de educação básica do estado de São 
Paulo;
COM TUDO ISSO CONSIDERADO, pleiteamos a necessidade desta representação. Buscamos a oportunidade legitimada pelo voto de encaminharmos expedientes dos servidores técnico-administrativos das unidades escolares públicas estaduais de educação básica do estado de São Paulo de forma autônoma e, ao mesmo tempo, harmônica com os órgãos da Administração Pública do estado de São Paulo. Dessa forma, a categoria contribuirá 
com a democratização do CEESP, aproximará o Conselho com demandas concretas em movimento nas unidades escolares.

Referências
SÃO PAULO (Estado). Conselho Estadual de Educação. Legislação básica. Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. <<http://www.ceesp.sp.gov.br/portal.php/consultores_legislacao>>

SÃO PAULO (Estado). Lei n.º 7.940, (de 7 de junho de 1963). Dispõe sobre a criação do Conselho Estadual de Educação. 

SÃO PAULO (Estado). Lei n.º 9.865, (de 09 de outubro de 1967). Reorganiza o Conselho Estadual de Educação. <<https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1967/lei-9865-
09.10.1967.html>>.
SÃO PAULO (Estado). Lei n.º 10.403, (de 06 de julho de 1971). Reorganiza o Conselho Estadual de Educação. <<https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1971/lei-10403- 06.07.1971.html>>


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Tópico 4 - Uma abordagem (fatos) do que acontece com o QAE / QSE. Oradores: Maria Santana ( Cidade de Carapicuíba)  e Edilaine Cola (Cidade de Ourinhos);

O Quadro de Apoio Escolar – QAE foi criado pela Lei 7698/92, porque até a data da promulgação (criação) da Lei, os funcionários das escolas estaduais eram nomeados ou admitidos nos termos da Lei 180/78 e Lei 500/74 e integravam o Quadro das Secretarias do Estado – QSE. No Sub Quadro de Cargos (SQC) do QAE foram criados 05 (cinco) cargos, conforme o art 2º dessa mesma Lei:

• I – Tabela II: Secretário de Escola
• II – Tabela III: Servente de Escola, Inspetor de Alunos, Oficial de Escola e Assistente de Administração Escolar (AAE).

Para os cargos de Servente de Escola, Oficial de Escola e AAE, houve concurso público e os ocupantes de cargos/funções atividades que faziam parte do QSE (auxiliar de serviços e oficiais administrativos) permaneceram nas escolas sem mudar de Quadro.
Já para os cargos de Secretário de Escola e Inspetor de Alunos, não houve concurso público e os ocupantes de cargos funções atividades com a mesma nomenclatura passaram a integrar o QAE, mas na condição de “servidor", mantendo-se como categoria “F".

Todos os cargos/funções atividades do QSE nas escolas estaduais passaram a ser extintos a partir da vacância, ou seja, a partir da aposentadoria, exoneração, dispensa ou falecimento, então estes cargos ou funções atividades deixaram de existir.

Com o advento da Lei 888/2000, foram extintas as funções vagas de Inspetor de aluno e as demais juntamente com os cargos foram unificadas ao cargo de oficial de escola e transformadas em cargos de Agente de Organização Escolar (AOE) e os cargos/funções de Servente de Escola passaram a Agente de Serviços Escolares (ASE).

Em 2011 a LC 1144/11 de 11/07, institui o Plano de Cargos, Vencimentos e Salários para os integrantes do Quadro de Apoio Escolar, da Secretaria da Educação, e extinguiu (em sua vacância) os cargos de Secretário de Escola e AAE, mantendo os cargos de AOE e ASE e criou a Função de Gerente de Organização Escolar (GOE).

 Para ser designado a GOE é necessário que o AOE ou o Secretário de escola passem por processo de certificação.

A LC 1.144, trouxe a possibilidade de “Promoção" (a mudança de Faixa) uma forma de aumentar o salário base em até 35%, desde que o interessado realize uma prova, apresente certificado de conclusão de curso de nível superior ao necessário para ingresso (ASE e AOE – Certificado de Ensino Médio, e Secretário de Escola –Certificado de Ensino Superior), e tenha 05 anos de efetivo exercício no cargo (ou seja, contar com 05 anos da data da nomeação, independente de ter tido outro cargo/função anteriormente), os AOEs e ASEs, se tiverem o nível superior poderão ser promovidos após 05 anos da primeira promoção desde que apresente os requisitos necessários.

Além da promoção a Lei Complementar 1.144, trouxe também a progressão (mudança de nível). A primeira progressão ocorre a partir da confirmação na investidura do cargo, ou seja após o estágio probatório. Por isso todos os funcionários que na promulgação da lei tinham mais de 03 anos de trabalho, passaram do Nível A para o B automaticamente, a progressão foi normatizada pelo Decreto 63.471 de 2018 e Resolução SE 54 de 2018, para que a cada 03 anos exista a possibilidade do funcionário progredir no nível superior.

Assim, hoje nas escolas apesar da terceirização, ainda existem alguns funcionários do QSE (serventes); alguns AOEs categoria F (que fazem parte do QAE por integração, ou seja, prestaram concurso para inspetor de alunos antes de 1992) e uns poucos AAEs e Secretários de Escola, cujo cargo deixará de existir na vacância (aposentadoria, exoneração, óbito), e a cada vacância do cargo de secretário de escola será criado um novo cargo de AOE para o Estado.


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Tópico 5 - Uma abordagem histórica a respeito do cargo de Secretárias e Secretários de Escola e suas Demandas. Oradora: Ana Seminatti (Cidade José Bonifácio) 

Quero com minha fala explicar que antes o secretário era quem chefiava a secretaria, até mesmo quanto à tomada de decisões junto ao Diretor de Escola. 

Com a LC 1144/2011, criou-se a função GERENTE DE ORGANIZAÇÃO ESCOLAR , sendo este agora o responsável pela secretaria da escola como gerenciador, agora apenas com status de gerenciar e não de participar da tomada de decisões, sendo que esta situação tem se tornado fonte para ocorrência de assédio moral por parte de alguns diretores de escola.

Na ocasião, mesmo  o cargo passando a estar em processo de extinção, tivemos um plano de carreira condizente com a escolaridade exigida no concurso (ensino médio), e outro plano de carreira de acordo com escolaridade exigida no concurso para os AOEs (ensino fundamental) com as mesmas oportunidades dadas aos secretários. Desde então o cargo de secretário de escola, tornou-se em PROCESSO DE EXTINÇÃO, ou seja, o cargo extingue conforme as pessoas se aposentam, exoneram, etc.

Importante mencionar também que com nossa experiência e conhecimento passamos a ser o PONTO DE APOIO de muitos novos GOE's,  já que na maioria das vezes, os novos não têm apoio por parte das Diretorias de Ensino. 

Ressalto que TODOS do QAE/QSE são importantes, esclareço ainda que os profissionais que estão dentro da sigla do Quando de Apoio Escolar são:
Secretário de escola (em processo de extinção);
Agente de serviços escolares (em processo de extinção);
Assistente de administração escolar (em processo de extinção);
Agente de Organização escolar.

Agora, a situação piorou gritantemente, com a L.C. nº 1361/2021, onde criou um plano de carreira APENAS para os agentes de organização escolar e, diga-se de passagem, muito a quem do que deveria ser proposto, de acordo com a complexidade que TODO QAE tem. 

Com esta ação o Secretário da Educação, com autorização do governo Dória, “rachou” o QAE de vez.

Assim, necessitamos URGENTEMENTE que tenhamos um plano de carreira EXCLUSIVO e condizente com a realidade dos secretários de escola, pois queremos ser tratados com IGUALDADE, ISONOMIA,  e sermos reconhecidos pelo que fizemos e  fazemos pelas nossas escolas.

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Primeira Intervenção - Fala a respeito do Assédio nas escolar. Oradora: Cristina Freita (Cidade de São Paulo - Capital Zona Leste)


Boa Noite a todos presentes

Dentre tudo o que já foi exposto a minha parte ficou em falar sobre o assédio moral. Sabemos que 90% da categoria sofre tal situação e a direção é a principal vilã.

Anteriormente havia a figura do Secretário de Escola que por ser concursado conseguia barrar as ações negativas da direção em relação ao quadro de funcionários e, com essa defesa, o assédio era bem menor.

Agora, com a junção dos cargos e a criação do QAE os diretores passaram a ser os responsáveis pelas secretarias e, os diretores, passaram a nomear os Gerentes, estes que são designados após fazerem uma certificação. Com toda esta mudança, vemos que não há uma verdadeira independência nem autonomia dos GOE´S para o desenvolvimento dos serviços, uma vez que agora não há uma participação do GOE na gestão como era do antigo cargo de secretário de escola. 

Diante aos fatos o assédio  cresceu pois toda a categoria administrativa ficou sem os secretários para defender os funcionários dos assédios. 

Com a criação da lei que gerou o processo de extinção do cargo de secretário e o responsável por esta mudança deu autoridade aos Diretores para fazer uma gestão autoritária nas escolas. Visto que há diretores que pensam serem donos do ambiente escolar. 

Com as mudanças feitas o governo criou o cargo de AOE e assim criou a função  de GOE, este que passou a exercer as atribuições dos antigos Secretários. E, como a função de GOE não é efetiva, mas designada pelo diretor, este poderá cessar a designação caso o GOE afronte qualquer ordem dada. Portanto, é importante que haja uma reformulação neste processo para restabelecer um ambiente mais respeitoso por parte de alguns diretores que acham que a escola é propriedade deles.


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Segunda Intervenção - Fala sobre a revogação da lei 1361/21. Oradora: Aline Gondin ( Cidade de Santo André - SP)

Integra da fala da Aline: Aguardando


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RESPOSTA DA SEDUC SOBRE A PADRONIZAÇÃO DA ENTREGA DOS TÍTULOS DA PROMOÇÃO

  Nobres Colegas, Voltei a cobrar a Secretaria da educação (SEDUC) e informaram que juntaram nossa cobrança ao pedido feito no SEI 015.00404...