...Prezados parlamentares e demais gestores da Secretaria da Educação,
Textos sobre educação, inclusão, cultura e política. É um blog para contemplar de tudo um pouco.
A História do Plano de Carreira não pode e não deve se repetir...
Os Agentes de Organização Escolar continuarão sem a devida atenção e sem a devida valorização, até quando?
Carta aberta dos Agentes de Organização Escolar do Estado de São Paulo
Aos Ilmos. Governador do Estado de São Paulo, João Agripino da Costa Doria Júnior e Sr. Secretário da Educação do Estado de São Paulo, Rossieli Soares da Silva.
É com muita preocupação que nós Agentes de Organização Escolar acompanhamos as falas e as ações desta gestão em relação ao enorme problema que é a crise sanitária atual.
Estamos preocupados pois somos os que estão na linha de frente, cujas algumas das nossas atribuições é de abrir os portões para recepcionar pais e crianças, atender a comunidade escolar na secretaria, vendo e tendo que lidar com alunos, que adentram nossas escolas, muitas vezes já com os sintomas do COVID-19, e após alguns minutos, a situação nos é colocada pelo professor.
Lidamos com pessoas de todos os tipos, dentre elas, estão as que sabem que podem estar doentes e não se preocupam se nos contaminarão ou acreditam que o filho esta somente com uma “gripezinha” e após insistência do agente que telefona, o responsável (quando se dá ao trabalho) realiza o teste e este se confirma positivo, porém, não existe o período de quarentena de todos que estiveram em contato com o doente, conforme orientações das autoridades sanitárias.
É notório o risco que a todos estamos expostos, sejam os funcionários das empresas terceirizadas, nós os agentes de organização, professores e todo o quadro de gestão, os números de vitimas só aumentam, é só ver quantas, neste pouco tempo de abertura das unidades escolares perderam suas vidas para a doença.
Devemos salientar que nós Agentes de Organização, há um ano estamos na linha de frente, seja em revezamento ou totalmente presencial, como equipe essencial para o andamento das vossas ordens. Entretanto, em momento algum fomos ouvidos, se quer citados em suas entrevistas ou pronunciamentos, sendo parte crucial para que todas as mudanças surtam efeito positivo na comunidade escolar.
Fala-se em distanciamento social, mascara e álcool em gel, e novamente são os AOE que cobram pai, aluno, professor e quem mais esquecer, tornando nossa atividade ainda mais exaustiva.
Ressaltamos que continuamos nos desdobrando para atender às demandas atribuídas de cima para baixo e ainda assim continuamos auxiliando pais, alunos, professores e equipe gestora, inclusive no que tange o CMSP, porém estamos em um número cada vez mais escasso, o que em momentos de maior fluxo chega a gerar filas. Precisamos dizer que os dirigentes não estão ouvindo os que estão no chão da escola e, diante deste cenário, os senhores ainda se negam a chamar os aprovados do último concurso, no entanto, precariamente chamam poucos para cobrir e atender algumas demandas, quando deveriam ter chamados um quantitativo maior para suprir os afazeres diários.
Diante ao já exposto perguntamos: onde está o nosso reconhecimento?
Afirmamos que as escolas deveriam ser as primeiras a trabalharem integralmente de maneira remota, pois todos os atendimentos a comunidade podem assim serem feitos, inclusive os que cabem a nós Agentes, reduzindo neste momento ainda mais o número de pessoas nas ruas.
Quando o retorno presencial foi anunciado com ele veio a promessa da testagem, e dos EPI’S. Senhores, nós vos perguntamos, onde ocorreu a primeira testagem? Olha o problema criado ao abrir as escolas sem testar ou vacinar os profissionais da educação. E, porque razão diz em pronunciamento que a escola é serviço essencial, se não está sendo prioridade na vacinação e nem na testagem dos funcionários da educação?
Vejam Senhores, para que as aulas presenciais fossem suspensas houve um desgaste desnecessário dos diversos sindicatos, utilizando recurso financeiro de ambos os lados, estes que poderiam ser utilizado de outra forma, afinal é clara a necessidade deste momento de resguardar a vida de todos e não apenas de uma parcela.
Com relação à alimentação das crianças que tem maior vulnerabilidade, as escolas abertas para ofertar alimentação não solucionará este problema, apenas trarão outros, haja vista que nos dias em que houve aula tivemos poucos alunos se alimentando, do que lhes foi ofertado, gerando assim um grande e desnecessário desperdício de comida.
Existem outras maneiras de acolher e auxiliar as famílias sem prejudicar uma classe, inteira, como antes já foi realizado. Os senhores podem fazer uma logística melhor para levar o alimento às crianças que estão necessitando, sem precisar tirar estas de seus lares, há formas mais simples para a transferência desta alimentação, através da transferência de renda merenda, como foi feito pela Prefeitura de São Paulo.
Vale ressaltar que existem crianças ficando órfãs, pais adoecendo, homens e mulheres enviuvando, desnecessariamente, pois hoje o que realizamos na escola, podemos faze-lo remotamente, pelas vidas que ainda podem serem salvas, pedimos para que enfim enxerguem uma classe que a muito vem sendo massacrada.
Sem mais,
Agentes de Organização Escolar
Carta Compromisso junto às Paróquias por um resgate às pessoas que necessitam de um amparo e de uma assistência.
CARTA-COMPROMISSO SOBRE DIREITO À MORADIA DIGNA E SEGURANÇA ALIMENTAR ÀS
CIDADÃS E CIDADÃOS EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL NA REGIÃO CENTRAL DO
MUNICÍPIO DE SÃO PAULO
São Paulo, 04 de novembro de 2020.
A Região Episcopal Sé com as paróquias proponentes identificadas neste documento,
possuem sede e atuação na região central da cidade de São Paulo e vem observando, no
decorrer dos últimos anos, um progressivo abandono dessa região e, consequentemente
um aumento da degradação das condições de vida daqueles que se encontram em maior
vulnerabilidade social, com especial destaque aos aspectos ligados à falta de moradia
digna e segurança alimentar.
Assim, apresentamos esta carta-compromisso de forma coletiva, porque acreditamos na
mobilização social e na garantia de direitos individuais e coletivos para todos os cidadãos
brasileiros, sem nenhum tipo de discriminação. E, sobretudo, pois há interesse dessas
instituições em atuar junto ao poder público para buscar soluções adequadas aos dramas
vividos por uma significativa parcela da população mais vulnerável que bate às nossas
portas diariamente.
Convidamos, assim, a todas e todos os candidatos a lerem, analisarem e assumirem o
compromisso de caminhar em conjunto para proteger esses cidadãos que se encontram em
maior vulnerabilidade social.
Assim, a Região Episcopal Sé com suas paróquias e entidades localizadas na região
central propõe às candidatas e aos candidatos que assumam esse compromisso que
encaminhem cópia digitalizada ou o texto preenchido com nome e cargo concorrido
no corpo do e-mail, para paroquia@missaonspaz.org
Todos os encaminhamentos de compromisso serão publicados no site da Região Episcopal
Sé (arquisp.org.br/regiaose), bem como nos canais de comunicação das paróquias,
pastorais e organizações proponentes.
Agradecemos, desde já, o ato de coragem e responsabilidade com os direitos humanos! E
como Instituição Eclesial queremos somar esforços para buscar soluções a esses dramas
vividos nas ruas do centro da cidade.
Caras Cidadãs e Caros Cidadãos;
Eu, __ALVARO EXPEDITO JERONYMO_____________, integrando o processo
eleitoral e concorrendo ao cargo de __VEREADOR POR SÃO PAULO EM 2020___ assumo, no
exercício de mandato público, este compromisso, que resulta da mobilização social das
paróquias e entidades proponentes, considerando que tais diretrizes têm como
fundamento o cumprimento de normas e princípios constitucionais de direitos humanos e
o dever do poder público em assistir os que se encontram em situação de maior
vulnerabilidade social. Comprometo-me, assim:
1. Orientar minhas decisões para aprovar leis e implementar ações necessárias à
garantia de direitos ao acolhimento e assistência às pessoas que se encontram em maior
vulnerabilidade social, sobretudo nos aspectos de ausência de moradia e segurança
alimentar.
2. Destinar mais recursos e garantir apoio político para a manutenção, ampliação e
inovação de ações e políticas públicas, bem como projetos de leis, regulamentações e
compromissos normativos, voltados à proteção da população que sem encontra em maior
vulnerabilidade no centro de São Paulo;
3. Apoiar e executar, dentro de minha competência e mandato público, o disposto no
artigo 6º da Constituição Federal de 1988: “São direitos sociais a educação, a saúde, a
alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência
social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma
desta Constituição”, na Lei Federal nº 11.346, de 15 de setembro de 2006 e na Lei
Municipal Lei nº 15.920 de 19 de dezembro de 2013, sobre a aplicação do Sistema
Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN), assim como no Decreto
Municipal nº 57.007, de 20 de maio de 2016, que institui a Política Municipal de
Segurança Alimentar e Nutricional – PMSAN;
4. Apoiar iniciativas visando a autonomia e a inclusão econômica, laboral e social de
moradores em situação de rua por meio da geração de renda e emprego;
5. Apoiar a ampliação da capacidade dos Centros Transitórios de Acolhida (CTAs) na
rede sócio assistencial do município, com profissionais qualificados para o atendimento;
6. Apoiar e fortalecer ações para regularização das ocupações em prédios públicos
situados na região central da cidade, bem como desenvolver políticas públicas
adequadas que busquem a utilização de imóveis desocupados.
7. Desenvolver e fortalecer mecanismos que envolvam debate público conjunto com as
entidades, pastorais e paróquias que trabalham na linha de frente com essa população a
fim de buscar soluções conjuntas para tais dramas sociais.
8. Apoiar, destinar mais recursos e monitorar políticas públicas que garantam o acesso à
informação e ao desempenho e atividades do Conselho Municipal de Habitação (CMH) e
do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional de São Paulo (COMUSAN).
9. Apoiar e fortalecer ações para regularização das ocupações em prédios públicos
situados na região central da cidade, bem como desenvolver políticas públicas
adequadas que busquem a utilização de imóveis desocupados.
Paróquias e entidades proponentes:
1. Catedral Nossa Senhora da Assunção e São Paulo – Catedral da Sé
2. Paróquia Nossa Senhora da Assunção e São Paulo
3. Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Santa Ifigênia
4. Paróquia Nossa Senhora da Paz
5. Paróquia São Francisco de Assis
6. Paróquia Pessoal dos Fiéis Latino-Americanos
7. Paróquia Pessoal Italiana São Francisco de Assis e Santa Catarina de Sena
8. Paróquia Pessoal Nipo-Brasileira São Gonçalo
9. Igreja São Joé de Anchieta
10. Igreja das Chagas do Seráphico Pai São Francisco
11. Igreja menino Jesus e Santa Luiza
12. Igreja Nossa Senhora da Boa Morte
13. Igreja Nossa Senhora do Carmo
14. Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos
15. Igreja Nossa Senhora dos Aflitos
16. Igreja Santa Cruz das Almas dos Enforcados
17. Igreja Santo Antônio – Patriarca
18. Basílica Nossa Senhora da Assunção
19. Paróquia São Cristóvão – bairro da Luz setor Bom Retiro
20. Vicariato Episcopal para a Pastoral do Povo da Rua
21. Paróquia Santo Antônio do Pari
22. Missão Paz
23. Cáritas Arquidiocesana
24. Educafro Brasil
25. Serviço Pastoral dos Migrantes
26. Serviço Franciscano de Solidariedade - SEFRAS
27. Pastoral do Migrante Arquidiocese de São Paulo
28. Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos
29. Rede Rua
30. Pastoral da Mulher Marginalizada
31. Paróquia Santa Cruz de Itaberaba – Região Brasilândia
32. Arsenal da Esperança – São Paulo Brasil
33. Pastoral do Menor da Arquidiocese de São Paulo
34. Pastoral Fé e Política da Arquidiocese de São Paulo
35. Centro Santo Dias de Direitos Humanos da Arquidiocese de São Paulo
36. Pastoral da Pessoa com Deficiência da Arquidiocese de São Paulo
37. Obra Assistencial Padre Achilles
SÃO PAULO, 06 DE NOVEMBRO DE 2020.
obs.: o documento original foi encaminhado para a Paróquia N.S. da Paz - Missão Paz.
Eleições municipais para Prefeitos e Vereadores 2020 na Capital de São Paulo e Região da Grande SP.
SÃO PAULO
Olá Caros leitoras e leitores, hoje farei uma postagem
diferente pois quero apresentar alguns companheiros de luta que estão
candidatos a um cargo político em suas respectivas regiões.
Nós precisamos mudar o cenário Político nestas eleições de
2020.
Eu me chamo, Alvaro Expedito Jeronymo, estou concorrendo ao pleito eleitoral pela cidade de São Paulo Capital. Sou Agente de Organização Escolar, Bacharel em Administração e Pós Graduado em Gestão e Direção de Escola.
Não é fácil uma campanha
política pois sabemos que, quem está na máquina usam de todas as estratégias
e valores monetários para não sair do poder. Porém o eleitor está ficando cada
vez mais atento e não está mais pegando papel de candidato no chão. Afinal, para
decidir em quem votar temos que acompanhar as propostas.
A matemática eleitoral é simples, devemos analisar quem tem
mais tempo de TV e nos questionar, por que esta desigualdade? Temos que nos
questionar também se a atual situação está boa. Por exemplo, devemos nos
perguntar. Como está o sistema de saúde. Está bom? Se a resposta é não,
precisamos mudar. Como está a situação do lazer e da cultura. Está bem? Se a
resposta for não já sabemos que devemos mudar o governo que está atuando e, por
último, se perguntarmos, como está a Educação e a resposta for a mesma, então
realmente está na hora de mudar.
Temos que dar uma chance para o novo. Temos que agora eleger
para Prefeito de São Paulo o Guilherme Boulos e Luiza Erundina, então: Vote 50
para fazermos uma revolução solidária e vote em Alvaro Jeronymo – 50.288 para
ajudar nesta transformação.
Um breve relato sobre minhas andanças políticas.
Fui militante da instituição fala Negão, entidade esta que milita
contra qualquer forma de discriminação, além de atuar na defesa e orientação em
relação a casos de Racismo. Trabalhei como voluntário em cursinhos para ajudar aos
que precisavam fazer provas de eliminação de matéria nos cursos do EJA. Atuei como
voluntário na Associação comunitária vila Flávia e, ainda atuo, na gestão
administrativa como posso. Sempre que possível estou na construção de algo
voluntário para ajudar ao próximo. Estou na luta pela valorização dos Agentes de Organização Escolar e dos Auxiliares Técnicos da Educação Municipal, dos Servidores da Limpeza e Merendeiras. Todos são educadores das Escolas Públicas Municipais e Estaduais, temos que buscar a valorização destes e dos professores pois são pessoas importantes na formações das crianças jovens e
adultos.
Minhas mídias sociais para contato são:
Site:
https://www.alvarojeronymo.com.br
Instagram:
https://www.instagram.com/alvaro.jeronymo/
Twitter:
Facebook:
https://www.facebook.com/AlvaroJeronymo
Youtube:
https://www.youtube.com/channel/UCjt0r_1ZOCxxqcaFUZaEH4A
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POÁ
Meu nome é Natalia de Matos Garófalo, sou casada, mãe dois
filhos, evangélica estou nos caminhos do Senhor há 23 anos congrego na igreja
Pentecostal o Brasil Para Cristo onde há 11 anos me dedico ao ensino das
escrituras para crianças, jovens e adolescentes, atuei na superintendência da
escola bíblica, líder GRS (Grupo peno), moradora no município a mais de 20
anos.
Sou servidora pública aqui na cidade, na qual presto serviço
a 12 anos, deste tempo 8 anos me dediquei ao cuidar e educar nas creches
municipais e atualmente estou locada no departamento de
Habitação.
Atuo no conselho das mulheres e de igualdade racial.
Minha formação é na área da educação em pedagogia, e também
na da saúde sou auxiliar e técnica em Enfermagem.
Trajetória de luta.
Sempre estive engajada na luta por melhoria dos serviços
públicos, na defesa dos direitos dos trabalhadores, minha trajetória começou na
creche, onde me indignou o quanto estava sucateada, com poucos servidores se
desdobrando para prestar um atendimento com qualidade para os alunos atendidos.
Os munícipes sendo tratados com descaso quando levantavam
pautas pertinentes a suas necessidades, não sendo ouvidos nem tão pouco
atendidos quanto as suas demandas.
Estive presente em várias frentes de luta, contra o aumento
do IPTU, terceirização das creches, demissão dos servidores que se encontravam
em estágio probatório, reivindicando o dissídio devido ao congelamento de
salário por 2 anos, juntamente com o conjunto da categoria desencadeamos a
primeira greve histórica dentro do município.
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COTIA
#LáVemElas – Mandato Coletivo Feminino - Vote 50.007
Nós nascemos do Coletivo MulherAção e desde então, estamos presentes na luta por políticas públicas para as mulheres e seus filhos.
Pela primeira vez na história política da nossa cidade, um
grupo de mulheres somam para compartilhar uma cadeira na Câmara dos Vereadores.
E é com a sua ajuda que vamos transformá-la, após 35 anos, na Câmara das
Vereadoras também.
Pois é, há mais de 35 anos a cidade de Cotia não possui uma
mulher na política, mas chegou o momento de mudarmos a história política da
nossa cidade e mostrarmos a capacidade feminina de atuar na gestão da cidade.
Precisamos de forma urgente mudar esse quadro e aumentar a
representatividade feminina para que as pautas de políticas públicas para as
mulheres e seus filhos se tornem projetos de lei.
Mas por que um Mandato Coletivo Feminino?
O Mandato Coletivo é uma nova forma de exercer o cargo
legislativo com mais representatividade popular, onde o representante se
compromete a dividir o poder com um grupo de cidadãos e os projetos de leis são
discutidos coletivamente antes de votados, o salário também é dividido entre os
integrantes. Nesse modelo a vontade da maioria determina o posicionamento e
voto do legislador.
Escolhemos um mandato coletivo pois política não deve ser
feita de forma unilateral, a política pública deve ser feita pelo e para o
coletivo. Trazer plataformas coletivas para o legislativo, com pré-candidaturas
para os cargos municipais, estaduais, federais e senado, é uma forma eficaz de
conversar com quem tem interesse em participar ativamente do processo político,
aumenta de forma ativa a participação popular e demanda pública nos mandatos.
Atualmente todos os mandatos legislativos entregam a cadeira
para uma única pessoa, quando se compartilha isso em várias partes, dissolve o
pressuposto que impõe o poder ao indivíduo. Em um mandato coletivo as decisões
sobre todos os projetos são compartilhadas entre o mandato e sua plataforma de
conselho, isso amplia o alcance da discussão e a representatividade popular nos
projetos de lei debatidos pelo coletivo.
Quem são elas:
▪️Silvana Bezerra: Mulher Cis, Preta, Nordestina e
descendente indígena, trabalha na educação pública e privada há mais de 25
anos. Há 15 anos atua na administração e direção das escolas. Silvana defende a
educação com qualidade em tempo integral para todas as crianças até o nono ano.
Mãe de 3 filhos e cofundadora do coletivo feminino MulherAção que milita pelos
direitos das mulheres.
▪️Carolina Rubinato: Mulher Cis, Branca, Jornalista,
radialista, pós graduada em Comunicação Corporativa, ativista, feminista e mãe
de dois. Suas lutas são pela igualdade de gêneros, justiça social e proteção
ambiental. Cofundadora do coletivo feminino MulherAção que milita pelos
direitos das mulheres.
▪️Cristina Brasil: Mulher Cis, Branca, Formada em pedagogia
pela Universidade de Stuttgart e bacharel em moda pela Universidade Anhembi
Morumbi. Mãe de três filhos e ativista na luta contra a violência da mulher e
pela sustentabilidade ambiental. Empreendedora e cofundadora do coletivo
feminino MulherAção que milita pelos direitos das mulheres.
▪️Rita Augusta: Mulher Cis, Branca, Portadora de Necessidades
Especiais, Bacharel em Administração pela FGV, foi executiva de diversas
multinacionais e hoje além de estudar Direito, milita pela causa feminina,
justiça social, pelos idosos, deficientes e aposentados. Cofundadora do
coletivo feminino MulherAção que milita pelos direitos das mulheres. Mãe de
dois, avó
▪️Udy: Mulher Lésbica, Preta, Formada em pedagogia, pós
graduada em educação física e artes, cursando a segunda faculdade de Letras,
trabalha na rede pública da educação de Cotia, mãe e militante LGBTQIA+.
Integrante do coletivo feminino MulherAção que milita pelos direitos das
mulheres.
Companheiras nos ajude, não podemos andar só.... sozinhas
andamos bem, mas com vocês andamos melhor.
Links das Redes Sociais:
Facebook: facebook.com/mandatocoletivofeminino
Instagram:instagram.com/mandatocoletivofeminino
Twitter: twitter.com/FemininoMandato
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC_FW5XSDDSBRJ7ztMMF9jXw
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COTIA
Revolução Solidária em Cotia.
Cotia é uma cidade muito injusta. A prefeitura arrecada
milhões, mas a população sofre com serviços precários. Falta de tudo.
Isso acontece porque Cotia é comandada por grupos e famílias
políticas que governam para os seus próprios interesses e não têm compromisso
nenhum com os direitos da população.
É necessário e possível mudar! Os recursos públicos têm de
ser investidos prioritariamente onde mais se precisa: nas periferias.
Vamos garantir direitos como educação em tempo integral, saúde e assistência. Fazer planejamento urbano com moradia popular, saneamento básico e respeito ao meio ambiente. Quebrar o monopólio da Danúbio Azul e avançar rumo a tarifa zero. Valorizar o funcionalismo e promover a cultura, o esporte e lazer. Ter políticas públicas para a juventude, as mulheres, o povo negro, a comunidade LGBTTQIA+ e as pessoas com deficiência.
Vamos fazer uma gestão transparente e com participação
popular.
Vamos fazer uma revolução solidária em Cotia!
Histórico de lutas e conquistas de Cabral.
· Advogado
especializado em direito urbanístico e planejamento urbano, tem como lutas
principais a regularização fundiária, moradia digna e o direito à cidade;
· Programa Legítimo
Dono (mais de 1200 moradias regularizadas);
· Moradia digna para
mais de 500 famílias (CDHU Jd São Miguel e Jd Araruama/Jd Nova Cotia);
· Presidente do
Conselho da Cidade de Cotia e do Conselho Municipal de Educação;
· Advogado do Caso
Pró-Cotia;
· Ação Judicial para redução
da tarifa de ônibus; Espaço Atalaia e luta por direito a creche;
· Trouxe 2 milhões de
reais para a Ponte do Morro Grande, para recapeamento e colocação de guias na
Estrada do Morro Grande;
· Fundador da Folha de
Cotia e foi apresentador do programa Folha de Cotia, na Rádio Cidade;
· Luta conta os
desmatamentos e pelo planejamento urbano sustentável;
· Ingressou na justiça
contra a logomarca da cidade e denunciou esquema de superfaturamento da merenda
escolar;
· Luta de todas as
formas por uma sociedade mais justa e igualitária;
· Assessor Jurídico do
Deputado Estadual Geraldo Cruz;
· Candidato a vereador
por três vezes, sendo dos mais votados da cidade, não tendo sido eleito nas
duas últimas por falta do quociente eleitoral. Jamais fez aliança em troca de
cargo em comissão;
· Suplente de deputado
federal;
· Presidente do Psol
de Cotia.
==***

MAUÁ - CANDIDATO A PREFEITO - VOTE 50
André Sapanos: Professor de História da rede pública estadual de São Paulo, pós-graduado em Educação em Direitos Humanos pela UFABC, ativista dos direitos da população LGBTQIA+, das liberdades individuais e candidato a Prefeito de Mauá pelo PSOL.
Sapanos, como é popularmente conhecido, tem dedicado grande parte da sua vida à militância nos direitos humanos e na construção de políticas públicas por equidade para população LGBTQIA+.
Foi presidente do PSOL Mauá por dois mandatos consecutivos, coordenador e tesoureiro da APEOESP subsede Mauá, além de membro do CMDHC - LGBT (Conselho Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transgêneros) de seu município.
Nas poucas horas vagas, André adora curtir uma boa peça teatral. Recentemente foi convidado para escrever o prefácio de um livro de um amigo, o qual será lançado em breve.
Saiba mais nas redes sociais do Candidato.
Facebook:
https://www.facebook.com/andresapanos50/
Instagram:
https://www.instagram.com/andresapanos/?hl=pt-br
Twitter:
https://twitter.com/andresapanos?s=08
Queremos Assembleia e não um ATO. Que fique registrado o nosso pleito.
Ilmo. Senhor Presidente do Sindicato dos Funcionários e Servidores da Educação do Estado de São Paulo – AFUSE
João Marcos de Lima.
Assunto: ATO marcado para o dia 22/10/2020
A Categoria dos Agentes de Organização Escolar - QAE e Agente de Serviços Escolar – QSE.
Vem por meio desta questionar o ATO que por hora está sendo chamado pela Afuse. Queremos entender qual o motivo que a Afuse quer chamar um ato, ou seja, tirar as pessoas de seus afazeres para conversar em frente a um prédio quando deveria convocar uma assembleia para de fato ouvir os associados a fim de que estes pudessem decidir o rumo a tomar para a devida valorização.
A Afuse está nos deixando cada vez mais insatisfeitos com as ações que ela vem tomando, pois não ouve seus associados. Lembramos que já encaminhamos diversos e-mails solicitando informações sobre os motivos de não chamar uma assembleia para questionarmos os baixos salários e o desmonte da nossa categoria.
Lembramos ao Presidente de que a desvalorização salarial é gritante. Não precisamos ter mais descontos em nossa folha de pagamento pois cada desconto nos faz falta e, para evitar isto, queremos que a Afuse faça uma convocação dos grupos de agentes de organização escolar e Quadro de serviço Escolar para que juntos possamos construir uma assembleia rumo a nossa valorização.
E, fazendo uso do que reza o Estatuto, pois nos perguntaram se nós o lemos, queremos lembrar alguns pontos:
ARTIGO 1º...
...A AFUSE tem personalidade jurídica de direito privado, com natureza e finalidade não lucrativa e duração indeterminada, e se constitui para os fins de defesa e representação legal dos trabalhadores em Educação Pública do Estado de São Paulo pertencentes ao Quadro de Apoio Escolar-QAE e ao Quadro da Secretaria da Educação-QSE;
É notório que esta entidade de direito privado se constituiu para representar e defender os AOE e os QSE, portanto não estamos pedindo muita coisa, apenas que nos faça o que deve ser feito. Pedimos uma representação efetiva.
É sabido que este ATO, o qual a entidade está querendo fazer, é algo que não vai surtir nenhum efeito. A não ser nos nossos bolsos e carteira, estas e aqueles, que quando recebem algum valor monetário, até se perdem no meio da poeira. Pois bem, vamos lá. Vamos pensar: o que adiantará ir para frente de um prédio público e ouvir outras pessoas falarem em seus microfones. Palanque eleitoral? Se for para ouvir alguém falar que seja em uma assembleia onde levantaremos as principais pautas e assim cobraremos do Secretário da Educação uma ação efetiva sobre os temas que serão abordados.
Senhor Presidente, por favor, utilize de sua sapiência para unir-se com a nossa categoria e cobrar algo efetivo deste desgoverno. Não dá mais para aceitar tamanho desrespeito. Somos trabalhadores da Educação e, como tais, queremos nosso respeito e a tão sonhada valorização. Estamos juntos, não queremos afrontas, queremos resultados.
Vejamos o que reza um próximo ponto do Estatuto:
ARTIGO 2º - A AFUSE tem por finalidade:
a) representar e defender os interesses e os direitos coletivos e individuais de seus associados, pertencentes ao Quadro de Apoio Escolar-QAE e ao Quadro da Secretaria da Educação-QSE, inclusive perante as autoridades administrativas e judiciais, podendo ainda propor Ação Civil Pública na defesa de interesses distintos e atuar na qualidade de substituto processual da categoria;
b) fortalecer e intensificar a união dos Funcionários e Servidores das Escolas Públicas e demais repartições do Ensino Público do Estado de São Paulo, desde que pertencentes ao Quadro de Apoio Escolar-QAE e ao Quadro da Secretaria da Educação-QSE;
Este artigo segundo do estatuto deixa claro que a Afuse deve unir as pessoas. Porém, recebemos recentemente em nosso grupo, alguém do sindicato, tentando desestabilizar a nossa união. Já dissemos, queremos a valorização e quem quiser somar, venha. A nossa finalidade é de nos unir para nos valorizar. Posto isto, queremos dizer: A Afuse é quem deveria estar fazendo esta união pois nós estamos pagando mensalidades para sermos defendidos e não para sermos atacados. Estamos sendo atacados por pelo motivo de estarmos nos organizando, cujo foco é a nossa valorização. Não conseguimos compreender este fato nem mesmo este ataque e muito menos este ato que não levará a nada.
Já Chega de desrespeito e temos que lembrar que este movimento não é para derrubar ninguém, nem mesmo para disputar eleição de sindicato, pois o que queremos é respeito, é valorização e um sindicato que atue conforme reza o estatuto.
Estamos sim nos organizando para fazer frente ao desmonte que este desgoverno vem causando. E, o nosso representante direto, a Afuse, ao invés de se unir ao grupo, quer criar desavença e remar contra a maré.
Queremos apenas que o Sr. Presidente se atente ao que está escrito no estatuto e nos ajude a organizar a assembleia para podermos cobrar o que nos é devido.
E, avançando um pouco mais, queremos lembrar o que está descrito no capítulo II do artigo 9°, em sua alínea “g” do estatuto. Vejamos:
CAPÍTULO II
Do Quadro Social, Direitos e Deveres dos Sócios e Regime Disciplinar:
ARTIGO 9º - São direitos dos associados, desde que estejam com suas mensalidades em dia com o sindicato:
g) requerer a convocação de Assembleias na forma que determina este Estatuto, desde que pertença ao QAE ou QSE;
Diante ao que acima descrevemos, solicitamos que o ato seja transformado em assembleia para que todos os Agentes de Organização Escolar e do Quadro de Serviço Escolar possam de fato participar da ação, visto que um ATO não há nenhum respaldo jurídico que possa nos amparar.
Contudo, devido ao curto espaço de tempo, todos os AOE e do QSE que puderem comparecer no ATO do dia 22/10 será importante para cobrarmos as ações efetivas da Direção da Afuse.
Atenciosamente,
Equipe de Valorização dos Agentes de Organização Escolar.
OBS:
TODOS QUE PUDEREM DEVEM ENCAMINHAR ESTE TEXTO POR E-MAIL PARA A CAIXA DE MENSAGEM DA AFUSE – AFUSE@AFUSE.ORG.COM
Requerimento /Abaixo- Assinado
Link para baixar o texto e imprimir.
https://drive.google.com/file/d/15ShqzLOoHSqa-Jth1srXjnSrliHI79d4/view?usp=sharing
Por favor, leia o texto completo antes de assinar. Grato.
************
Senhor Presidente do Sindicato dos Funcionários e Servidores da Educação do Estado de São Paulo – AFUSE
Senhor, João Marcos de Lima.
Requerimento /Abaixo- Assinado
A Categoria dos Agentes de Organização Escolar - QAE e Agente de Serviços Escolar – QSE.
Vem apresentar requerimento de todo o quadro de funcionários da educação do Estado de São Paulo: Agentes de Organização Escolar QAE e Agente de Serviços Escolar QSE que assinaram este documento, sendo esta a manifestação de vontade da categoria QAE e QSE e unilateral abaixo assinado. Pode-se verificar que o descrito neste termo, representa vontade do efetivo ativo e inativo.
Diante da inércia da direção da Afuse se manifestar em responder os inúmeros e-mails, enviando ao Secretário da Educação Rosseli Soares com cópia a este sindicato. Onde a maioria da categoria cobrou algumas de nossas insatisfações, viemos pedir e cobrar ações urgentes que atendam nossas necessidades.
O próprio estatuto da AFUSE estabelece que: “o Sindicato dos Funcionários e Servidores da Educação do Estado de São Paulo, reconhecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego, conforme processo nº 24.000.02011/90 tem personalidade jurídica de direito privado, com natureza e finalidade não lucrativa e duração indeterminada, e declara no artigo 1° do seu Estatuto que:
“se constitui para os fins de defesa e representação legal dos trabalhadores em Educação Pública do Estado de São Paulo pertencentes ao Quadro de Apoio Escolar-QAE e ao Quadro da Secretaria da Educação-QSE; sem discriminação de raça, credo religioso, sexo, convicção política ou ideológica, política ou ideológica” e baseia seus princípios no artigo 8º da CF/88.”
Reclamam da falta de participação da categoria, porém muitos de nós só tomamos conhecimento da existência do sindicato por rede social. Vimos que ultimamente a Afuse tem promovido a assembleias, notificando por edital na página do próprio site, sem demais notificações em massa a seus afiliados.
O sindicato não usa a arrecadação pra visitar as unidades escolares em cidades do interior e capital e agora nem pra avisar de forma efetiva e eficiente seus sócios sobre assembleias, conforme descrito no próprio Estatuto Social.
Perguntamos ao sindicato na pandemia quando a categoria foi declarada serviço essencial, onde vocês estavam que não reclamou ao governo que nos pagassem ao menos adicional de insalubridade ou periculosidade, aos funcionários que permaneceram na linha de frente, em atendimentos ao público, entrega e recebimentos de atividades de alunos. Porém, recebiam a contribuições de funcionários que foram infectados e ainda correm riscos.
Mostram notificações de ofícios a Secretaria de Educação, mas não mostram protocolos dos mesmos, nem atitudes que vão tomar diante das negativas e omissões do Estado em atendê-los.
Isso a própria categoria também tem feito, enviar e-mail a Secretaria de Educação, muitos das quais vocês receberam com cópia e não dignou a respondeu um só deles em nosso apoio.
Artigo2º - A AFUSE tem por finalidade:
a) representar e defender os interesses e os direitos coletivos e individuais de
Seus associados, pertencentes ao Quadro de Apoio Escolar-QAE e ao Quadro Da.
Secretaria da Educação-QSE, inclusive perante as autoridades administrativas e.
Judiciais, podendo ainda propor Ação Civil Pública na defesa de interesses distintos e.
Atuar na qualidade de substituto processual da categoria;
b) fortalecer e intensificar a união dos Funcionários e Servidores das Escolas
Públicas e demais repartições do Ensino Público do Estado de São Paulo, desde que
pertencentes ao Quadro de Apoio Escolar-QAE e ao Quadro da Secretaria da
Educação-QSE;
c) lutar pela participação dos Funcionários e Servidores, bem como da
população em geral em todas as instâncias de decisão do Ensino Público do Estado
de São Paulo;
h) desenvolver e organizar encaminhamentos conjuntos visando à unidade na luta de todas as entidades representativas dos trabalhadores em Educação, no âmbito do ensino público;
i) lutar ao lado do funcionalismo em defesa do serviço público e da escola pública e ao lado de todos os trabalhadores por liberdade de organização e manifestação;
Ocorre que por anos não vemos a Afuse cumprir sua finalidade descrita no Artigo 2º do Estatuto Social da Afuse, especialmente as alíneas a, a, b, c, h, i, estamos entregues a própria sorte, sem reajuste salarial há mais de 6 anos. Sendo suplementado por reajuste complementar pra chegar ao salário mínimo Estadual. Enquanto a inflação no período superou todo nosso poder de sobrevivência com essa remuneração.
Por isso, com fundamento nos artigos 9º, alínea g, 17 alíneas d, artigo 18 e 21 do Estatuto Social, viemos aqui, primeiramente, requerer assembléia geral, pedimos que seja feita por via virtual, onde todos filiados possam votar por meio virtual, como tem feito nas ultimas assembléias.
Porém, nesta com comunicado antecipado de ao menos 15 dias (Artigo 17, 18 e 21 Estatuto Social) a todos associados, feito por meio de e-mail, whatsApp e edital, com painel de contagem de votos aberto no site, para garantir lisura da votação.
Artigo 9º - São direitos dos associados, desde que estejam com suas mensalidades em dia com o sindicato:
g) requerer a convocação de Assembleias na forma que determina este Estatuto, desde que pertença ao QAE ou QSE;
Como pauta da reunião requeremos:
1- Discursão de como e em qual prazo a Afuse vai tentar por via negocial as nossas reinvindicações e em caso de negativa quais atitudes o Sindicato irá tomar, se vai cumprir sua função e apoiar uma greve geral, com seus representantes regionais nas ruas juntos com a categoria:
2- Imediata cobrança da Movimentação de Agentes de Organização Escolar, por remoção, visto que isso não onera o Estado em nada. E, até completada pagamento da complementação de vale transporte para todos que não foram removidos até o momento, pois estes estão pagando do próprio bolso para se deslocarem até a unidade de trabalho;
3- Chamada imediata, dos agentes do último concurso, esperando em lista de classificação. Visto que isso não fere subseção II, artigo 21, inc. IV alínea “a e b” da Lei Complementar Nº 101, de 4 de maio de 2000 . Já que foi provisionado, conforme relatório de custo exigido pela Lei Orçamentaria do Estado, a chamada imediata atende a ressalva do inciso IV do art. 22 da mesma lei, por tratar-se de cargo vagos por aposentadoria e exonerações, um déficit de quase 12 mil funcionários. Portanto, descabida desculpa Governamental, o texto citado encontra-se devidamente atualizado, conforme lei 173 de 27 de maio de 2020.
“Art. 22. A verificação do cumprimento dos limites estabelecidos nos arts. 19 e 20 será realizada ao final de cada quadrimestre.
“IV - provimento de cargo público, admissão ou contratação de pessoal a qualquer título, ressalvada a reposição decorrente de aposentadoria ou falecimento de servidores das áreas de educação, saúde e segurança;”
4- Reajuste de salário que seja compatível com nossas funções, porque a SEE em 2011 elevou o nível de escolaridade exigido para ingresso do AOE de Ensino Fundamental para Ensino Médio e aumentou e muito as atribuições dos Agentes (equiparando-os a escolaridade e às atribuições dos Secretários de Escola, cargos hoje em extinção); mas não elevou o salário base dos Agentes em 35% (pois é justamente esta a diferença salarial entre um AOE e um Secretário de escola em níveis iniciais).
5- Imediata incorporação do “Reajuste Completar” ao Salario Base, ele já esta orçado na Lei de diretrizes Orçamentaria e não constitui aumento de despesas para o Governo, não havendo motivo de alegação e descumprimento da Lei Complementar nº 173, de 27 de maio de 2020 e nem da Lei Complementar 100/200.
Ambas somente vedam aumentos de despesas, não haverá aumento, já que valor do reajuste complementar, serve para o estado cumprir a Constituição na revisão anual e no piso salarial, aqui só cumpre seu dever. No entanto, pagar em forma de reajuste complementar, gera percas em futuras provas promoção, progressão etc, assim como já gerou em nosso final de Estagio Probatório de muitos de nós.
6- Reformulação do modulo escolar, estamos sobrecarregados em escolas com três turnos mesmo que com quadro completo, não é suficiente, para atender público, monitorar pátio, entrada e saída de alunos, faltas e reposição de eventual imediata e atender solicitações de professores e demais atribuições de rol muito extenso, onde juntou serviços de secretário escolar, oficial administrativo e inspetor. Até o momento a AFUSE não questionou essa excessiva carga de atribuições;
7- Reformulação no rol de nossas atribuições, revisar incisos e artigos que não especificam quais são “demais necessidades da escola”. Onde sofremos abusos constantes por parte de gestores que entendem que isto inclui tudo que mandarem, incluído atribuições deles. Deixar claro que isso se trata de desvio de funções.
Necessitamos de uma reformulação de carreira já! Somos essenciais e precisamos ser valorizados!
O Governo nos respondeu, fundamentalmente, usando a Lei Complementar nº 173, de 27 de maio de 2020. Vem a usado como base de todos seus discursos contrária a reajustes salariais, assim como o Secretario de Educação tem feito em suas lives.
Contudo, os:
O Art. 8º da LC 173/2020, diz:
“Na hipótese de que trata” o art. 65 da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios afetados pela calamidade pública decorrente da pandemia da Covid-19 ficam proibidos, até 31 de dezembro de 2021, de:
VIII - adotar medida que implique reajuste de despesa obrigatória acima da variação da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), observada a preservação do poder aquisitivo referida no inciso IV do caput do art. 7º da Constituição Federal;
Analisando a segunda parte não entramos nos limite legal: “observada à preservação do poder aquisitivo referida no inciso IV do caput do art. 7º da Constituição Federal; ”,
Toda lei tem exceções, e verificando elas podemos observar que havendo boa vontade, são perfeitamente possível termos reajuste salarial, observe o paragrafo terceiro:
§ 3º A lei de diretrizes orçamentárias e a lei orçamentária anual poderão conter dispositivos e autorizações que versem sobre as vedações previstas neste artigo, desde que seus efeitos somente sejam implementados após o fim do prazo fixado, sendo vedada qualquer cláusula de retroatividade.
Ainda a Lei n°17.286, de 20 de agosto de 2020, vimos que na própria proposta da LDO de 2021 o governo manda demonstrativo de Valorização dos Profissionais da Educação.
Perguntamos á Afuse, quais seriam esses profissionais, seriam somente os Professores. Porquê, os Funcionários da Educação não merece essa valorização ou seria a falta de ações de um sindicato atuante, que esteja atento a todos os desmandos Governamentais?
Art. 21 - A proposta orçamentária do Estado para o exercício de 2021 será encaminhada pelo Poder Executivo à Assembleia Legislativa até 30 de setembro de 2020, contendo:
X - demonstrativo da destinação dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb)
Vamos esmiuçar as leis!
Lei Compl. nº 101, de 04 de maio de 2020, diz:
Art. 21. É nulo de pleno direito: (Redação dada pela Lei Complementar nº 173, de 2020). .
I - o ato que provoque aumento da despesa com pessoal e não atenda:
a) às exigências dos arts. 16 e 17 desta Lei Complementar e o disposto no inciso XIII do caput do art. 37 e no § 1º do art. 169 da Constituição Federal; .
“Art. 169”. A despesa com pessoal ativo e inativo da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios não poderá exceder os limites estabelecidos em lei complementar.
§ 1º A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a criação de cargos, empregos e funções ou alteração de estrutura de carreiras, bem como a admissão ou contratação de pessoal, a qualquer título, pelos órgãos e entidades da administração direta ou indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público, só poderão ser feitas: .
“I - se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções de despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes”
II - se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias, ressalvadas as empresas publicas.
Não estamos tendo os direitos básicos, direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma do artigo 6° desta Constituição e no Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
IV - salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim;
Necessitamos de uma reformulação de carreira já! Somos essenciais e precisamos ser valorizados!
O Governo nos respondeu, fundamentalmente, usando a Lei Complementar nº 173, de 27 de maio de 2020. Vem a usado como base de todos seus discursos contrária a reajustes salariais, assim como o Secretario de Educação tem feito em suas lives.
Afuse os Agentes de Organização Escolar - QAE e Agente de Serviços Escolar – QSE, Funcionários Públicos da Educação do Estado de São Paulo, não suportam mais tanta desvalorização, faça urgente ações efetivas e conclusivas, por parte deste Sindicato!
Requeremos abertura de Assembleia, nos termos citado acima, para que sindicato defina junto com a categoria, quais ações poderão tomar junto à Secretaria de Educação, como farão e no caso de recusa do Governo, os quais medidas efetivas tomarão.
Principalmente, promovam as ações previstas nas alíneas a, a, b, c, h, i do artigo 2º do seu Estatuto Social, lutando ao lado do funcionalismo em defesa do serviço público e da escola pública e ao lado de todos os trabalhadores por liberdade de organização e manifestação;
Diante a tudo o que foi descrito os Funcionários da Educação do Estado de São Paulo pertencentes do quadro dos Agentes de Organização Escolar - QAE e Agente de Serviços Escolar – QSE , FILIADOS ou NÃO FILIADOS, assinam este documento para que possamos cobrar as devidas providências e valorizações.
Estou ciente e de acordo com o que Li e assino abaixo.
Nome_________________________________________
Cidade_________________________________________
Bairro _________________________________________
Assinatura______________________________________
Data ____ de ____________________ de 2020.
( ) SOU FILIADO / ( ) NÃO SOU FILIADO
RESPOSTA DA SEDUC SOBRE A PADRONIZAÇÃO DA ENTREGA DOS TÍTULOS DA PROMOÇÃO
Nobres Colegas, Voltei a cobrar a Secretaria da educação (SEDUC) e informaram que juntaram nossa cobrança ao pedido feito no SEI 015.00404...
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⚠️ ALERTA IMPORTANTE: PROMOÇÃO QAE 2019/2021 – ONDE ESTÁ O SEU PAGAMENTO? Olá Colegas do QAE/QSE Você foi aprovado no processo de promoçã...
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