o Abono-Fudeb é de todos profissionais da educação e não aceitamos desvios do Governo de São Paulo.

Manifesto à população do Estado de São Paulo. 

Apoiem a Educação do Estado de São Paulo - Leiam e assinem em nosso apoio. A Educação merece o respeito de todos. 

 
Queremos através deste, mostrar a nossa indignação em relação a atuação do Governador do Estado de São Paulo João Doria e de seu Secretário da Educação Rossieli Soares.

O Senhor governador assim como o secretario da educação do Estado de São Paulo, conseguiram mais uma vez jogar a categoria dos professores, contra a categoria dos funcionários da Administração Escolar. Todos nós, na verdade, fazemos parte do dia a dia de uma escola, sendo portanto, todos nós, considerados profissionais da educação, não carecendo de nenhuma distinção.

Esses senhores apresentam como novidade o pagamento de um percentual de verba do FUNDEB, na forma de abono, apenas aos professores, coordenadores, diretores e vices e aos supervisores de ensino, deixando toda a categoria do administrativo e de serviços fora da distribuição do abono-fundeb. Sabemos que a educação não é e nunca será um atrativo de investimento na gestão do Governador João Dória, para ele e seu Secretário da Educação a prioridade são as terceirizações. A educação da atual gestão, não está sendo conduzida como os pais que têm filhos em escolas públicas gostariam que fosse. A verba pública que deve ser aplicada na educação e já se encontra na conta do Estado de São Paulo não está sendo distribuída conforme deveria e os responsáveis por esta grande falha são os dois gestores da Educação: Governador Dória e Secretário Rossieli. 

Esses senhores, alegando que uma lei federal, isso na interpretação deles, não permitia que nossa categoria, também profissionais da educação que somos, fosse favorecida na ocasião, prometeram  que não se esqueceriam de nós e que nos pagariam o abono, quando o fazem tudo ao contrário e nada pagaram até o momento, visto que outros estados brasileiros e diversos tribunais de contas dizem que o FUDEB deve ser distribuído para todos os profissionais da educação e muitos estados já pagaram.

O Governo Paulista acha que pode utilizar a verba para outros fins, porém, queremos mostrar para a sociedade que o Governo do Estado de São Paulo não valoriza os profissionais da educação como deveria, mesmo com dinheiro na conta e sendo destinado a todos nós, profissionais da educação, ele insiste em nada falar a respeito e não nos pagou até o dia de hoje, quando já deveria tê-lo feito. Lembramos a todos que a escola não é feita apenas por professores, mas sim por um quadro de profissional competente e dedicado. 

Pagar o abono, para Professores e não para os demais funcionários, dividiu a categoria de profissionais da educação, todo o quadro de serviço de apoio educacional, diga-se, profissionais da educação, ficaram de fora do valor que a nós também foi destinado, logo nós, assim como os profissionais da área médica, estivemos na linha de frente em se tratando de educação no estado de São Paulo. As Escolas estiveram todo o tempo abertas para orientações e para matrículas, visto que muitos que eram de escolas particulares procuraram as Escolas do Estado para matricularem seus filhos e filhas e, nós, estávamos de prontidão para orientar e matricular a todos. 

Esses dois responsáveis pela Gestão da educação, Dória e Rossieli, não só dividiram a categoria dos profissionais de educação, como jogaram no descrédito e  humilharam  com requintes de perversidade as categorias dos quadros de apoio escolar.  Ninguém melhor do que vocês, cidadãos, para reconhecer o nosso trabalho como profissionais da educação, lembrando que durante a pandemia do novo "coronavirus", fomos considerados por lei, como funcionários essenciais, ou seja, sem o direito de optar por trabalho remoto, fomos nós, os excluídos do abono-fundeb, que estivemos o tempo todo nas escolas.

Trabalhamos na pandemia todos os dias, preparando e entregando históricos, controlando faltas e executando pagamentos, convocando alunos para desenvolverem atividades remotas, montamos grupos de whatsaap para que professores e alunos pudessem se comunicar, atendemos pais na secretaria para dar informações diversas, para efetuar matrículas, transferências de alunos, encaminhamento e entrega de certificados de conclusão escolar, atendendo os mais diversos assuntos. 

Na pandemia fomos os responsáveis por entregar  marmitex e doações de merendas que não poderiam ser mantidas em estoque durante o afastamento dos alunos da unidade escolar. Fomos nós, profissionais da educação do quadro de apoio escolar que mantínhamos a escola aberta para as mais diversas orientações.

Porém agora, na hora de recebermos, o Abono-Fundeb, não somos considerados profissionais da educação por estes dois que se dizem gestores da educação. Porém, este Governador de São Paulo e seu Secretário da Educação continuam querendo ir contra os que sancionaram a lei federal 14.276/21, ou seja, o Governador e o Secretário da Educação do Estado de São Paulo estão na contramão do que o congresso, o Senado e o Presidente da República aprovaram e este último sancionou. Todos estes últimos, dizem que os profissionais que atuam dentro do espaço escolar são profissionais da educação, o que é o correto e adequado. Logo, o Abono-Fudeb é devido a todos os profissionais e não apenas para professores. 

Estamos há anos nesta missão gloriosa a qual o governador de São Paulo, Sr. Dória, agora tenta destruir e ignora nosso valor dentro das instituições de ensino, ele junto com seu secretário Rossieli, querem desmotivar o Quadro de apoio Escolar, assim como o Quadro de Serviços Escolares e todos os demais servidores de apoio. 

A população precisa saber que uma escola se faz com a presença de vários servidores, todos se dedicando com amor às crianças que frequentam a escola pública do estado. Porém, estes dois senhores, assim como alguns deputados, criticam a nossa atuação e cabe sim à população acompanhar a nossa rotina e ver que somos pessoas que estão a todo momento atendendo com prontidão nas diversas secretarias das escolas, nos diversos portões escolares e em alguns casos acompanhamos as crianças até o posto de saúde quando elas passam mal na escola, pois enquanto um de nós liga para comunicar aos pais, outros acompanham a criança até o posto de saúde para os primeiros socorros até a chegada dos responsáveis. 

Senhores e Senhoras, o governador do Estado de São Paulo e o secretário da educação estão destruindo a educação, veiculam  propagandas enganosas e não podemos deixar isto acontecer. Temos que repudiar as ações destes marqueteiros, não acreditar de maneira cega nas informações e pesquisar, pois o que sabemos é que o Governador de São Paulo quer ser Presidente, mas se ele faz isto com as categorias imagine o que fará com a população Brasileira. Não se pode fazer uma boa gestão quando o Governador ataca um grupo de profissional, quando desmotiva, por isso é importante que todos saibam que estes dois estão destruindo a escola pública e jogando um profissional contra o outro, quando o correto era fazer com que todos os profissionais se sentissem valorizados e respeitados. 

Quanto ao abono fundeb, a maioria dos estados brasileiros estão pagando para os profissionais da educação, conforme a lei Sancionada pelo presidente da República Jair Messias Bolsonaro no último dia 27/12/2021, pois independente dos entendimentos, diversos  tribunais de conta já estavam dizendo que todos os que trabalham nas escolas deveriam receber,  porém, o Governador de São Paulo continua na enganação e o secretário que vivia fazendo lives e se auto-promovendo como o precursor de uma "nova era" na gestão escolar na cidade de São Paulo, de repente sumiu, não aparece sequer para expor seu ponto de vista com relação a lei sancionada pela presidência da República que corrigi o equívoco na interpretação do texto e nos reconhece como profissionais da educação.

Por este motivo, pedimos a toda a população para prestar mais atenção na gestão deste governo do Estado de São Paulo que não quer pagar o que é nosso de direito e, que a população fique bem atenta, pois se a escola pública for privatizada, e é essa a intenção desses senhores,  fiquem sabendo que  quem vai ser penalizado, não serão aqueles que estudam em escolas particulares, mas sim os filhos das pessoas que mais precisam da educação pública. 

Diante ao exposto, nós dos quadros de apoio da educação, também profissionais da educação, que somos, merecemos respeito e um salário digno, e senhores e senhoras, isso não vai lhes parecer estranho, pois poucos sabem, mas o nosso salário é hoje o mais baixo de toda rede pública de ensino, sem reajuste há quase 10 anos. Estamos amargamos a triste sina de ter que nos manter com um salário de R$ 1.005,00 por mês, valor abaixo do mínimo inclusive da própria Cidade de São Paulo, isso mesmo senhoras e senhores R$ 1.005,00 reais,  este é o valor pago pelo Governo do Estado de São Paulo, o Estado mais rico do Brasil paga o salário abaixo do mínimo Estadual  aos funcionários do quadro de apoio escolar.
 
Queremos tornar pública, a triste condição destes que atendem seus filhos com toda alegria e dedicação, precisamos que entendam que isso se chama amor pelo que fazemos, que entendam também que embora nessa triste condição, o nosso sorriso e a nossa prontidão em atender cada um de vocês não é falso, como as promessas que o atual governador de são Paulo faz, não só a nós, mas a toda população do estado.

Contamos com a sua compreensão a esse nosso justo manifesto, esperamos que façam, aquilo que o governo de São Paulo não o faz, esperamos que nos reconheçam como os funcionários da educação que lhes presta serviço de excelência todos os dias, merecedores sim, de sermos valorizados pela administração pública de São Paulo assim como já somos valorizados pelos alunos e muitos pais.

Precisamos do apoio de toda a população paulista e que cobrem o governo do Estado de São Paulo, pois profissionais da educação quando é valorizado quem ganha é toda a população e a comunidade escolar. Acompanhem, assinem o nosso manifesto em apoio a nós os profissionais da educação do quadro de apoio e serviço escolar. Precisamos de valorização real, de um salário digno. 

Queremos a nossa Valorização já! Acorda Governador e Secretário da Educação. Já passou da hora do pronunciamento dos senhores e do pagamento do Abono-Fundeb aos profissionais do quadro de apoio escolar.


Texto elaborado pelo pessoal do Quadro de Apoio Escolar, profissionais da educação.
Apoiem, Divulguem, precisamos valorizar todos os profissionais da educação.

Texto elaborado por Alvaro Jeronymo e Revisado por Arnaldo Santos.

Sr. Presidente da Alesp - O QAE/QSE Precisa ser Valorizado.

É preciso valorizar o QAE/QSE


São Paulo, 07 de Dezembro de 2021.

Ilmo. O Sr. Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.
Sr. Deputado Estadual Carlão Pignatari (PSDB)

Nós os abaixo assinados, residentes e domiciliados no Estado de São Paulo, funcionários público da secretaria de educação, inconformados com o tratamento de invisibilidade a qual somos submetidos pela atual gestão, na pessoa do senhor Rossieli Soares da Silva, Secretário de Educação do Estado, e do Senhor Governador João Doria, manifestamos nossa insatisfação e solicitamos a intervenção desta casa em nosso favor quanto às providências que visem trazer soluções para os diversos problemas que hoje enfrentamos.


Pontuamos dentre vários problemas, o não pagamento do abono FUNDEB aos profissionais do Quadro de Apoio Escolar e Serviço Escolar, QAE/QSE, ao qual pertencemos. Fomos excluídos do pagamento do ABONO sob a alegação de que, por lei, não tínhamos esse direito, ocorre que foram apresentadas emendas que poderiam nos favorecer quanto a essa questão e elas foram rejeitadas em votação sob a alegação de que haveria um outro projeto de lei o qual iria favorecer a nossa categoria. (Até o presente momento não temos conhecimento de tal projeto de lei e, se o projeto de lei está pronto, conforme disse o líder do governo, Deputado Vinícius Camarinha (PSB), qual o motivo de o Governo não o encaminhar para votação?).  

Outra questão de extrema importância é o fato de sermos a categoria mais mal remunerada da administração pública, com salário base inferior ao mínimo nacional e sem reajustes a quase dez anos. Isto precisa ser revisado com urgência, pois as leis aprovadas nesta Casa não estão nos valorizando e sim retirando os poucos direitos que temos. 

Veja Sr. Presidente, as alegações de que seríamos favorecidos com a aprovação da PLC-26/21, aprovado por essa casa, vão se desfazendo ao longo do tempo e castiga a maioria da categoria, cujo salário base é de R$ 1.005,79 (hum mil e cinco reais e setenta e nove centavos). E, estes, não tem como fazer faculdade conforme visão do governo. Há que se remunerar melhor os servidores primeiro para que estes possam buscar as devidas qualificações. O governo quer cobrar nível Superior e pós-graduação para dar aumento, quando o correto é dar o aumento primeiro; nos valorizar primeiro, para podermos nos manter e buscarmos uma qualificação superior.

Pedimos especial atenção de vossa excelência no que se refere aos pedidos solicitados por nossa categoria tão desvalorizada, em especial, ao pagamento imediato do ABONO oriundo do FUNDEB, pois nós, os Agentes, Secretários, Oficiais e todos os servidores do quadro de apoio escolar, somos também parte fundamental e essencial para o desenvolvimento das nossas crianças e temos uma grande atuação dentro do processo educacional.

Atenciosamente,

Agentes de Organização e de Serviço do Estado de São Paulo 
Secretários de Escola, Oficiais Administrativos.


Texto Criado por: Arnaldo Santos e Alvaro Jeronymo.

O ABONO DO FUNDEB TAMBÉM É NOSSO. VAMOS FICAR QUIETOS OU LUTAREMOS POR ELE?

Olá amigas e amigos do QAE/QSE...

...Que tal convidarmos os Parlamentares que disseram sim às emendas ao PLC 37 para participarem de um dos nossos atos que poderá acontecer no dia 08, 09 ou 10 de dezembro na Praça da República? Podemos escolher dois desses dias.

Pois bem, vamos aos fatos: 

Após a aprovação do Abono para pagar Professores e a Gestão Escolar, nenhum outro profissional da educação, nem  Secretários de Escola, nem Oficiais Administrativos, Assistentes Escolares, ou seja, ninguém do Quadro de Apoio Escolar e do Quadro de Serviço Escolar, foi contemplado. 

O governo, representado pelo Deputado Estadual Vinícius Camarinha, disse que tinha outro projeto para os demais profissionais, bem, se é verdade, porque não apresentou os dois projetos, o projeto para pagar os professores e o projeto para pagar os demais profissionais do quadro de apoio. Qual motivo de não utilizar a mesma sessão para aprovar os projetos?  

Para aqueles que não desistem fácil e não aceitam este jogo do governo vemos que ainda há uma saída, mas para isto é necessário que façamos o que foi feito no dia 03/10 e no dia 18/11. Não podemos deixar que nosso movimento vire história sem ao menos recebermos o abono e a nossa valorização.

Agora, ao menos saberemos quais Deputados estarão ao nosso lado lá na República, pois iremos convidar a todos para mostrarmos nossos holerites para o parlamentar que desejar ver, principalmente para os parlamentares da base do governo e para o Presidente da Assembleia Legislativa. Quem sabe, desta vez o Secretário Receba uma comissão de funcionários para uma conversa franca e séria junto com mais alguns deputados, que estão a nosso favor, pois disseram sim às emendas proposta ao PLC 37.

Está na hora de muitos voltarem às ruas, no dia 08, 09 ou 10 de dezembro, lá na Praça da República e em todas as diretorias de ensino do Estado de São Paulo. Desta vez, vamos nos organizar para coletarmos as assinaturas e se possível também uma cópia dos holerites de quem é associado. Quem não for associado, bastará a assinatura.  Só com estas ações para podermos cobrar que o projeto do nosso Abono seja aprovado.

As assinaturas coletadas, nos dias ( 08 ou 09 ou 10 de dezembro), serão para protocolar um pedido de Assembleia Geral, caso o Governo não atenda o nosso pedido em relação ao abono.

Após o protocolo das assinaturas  na diretoria da Afuse, esta terá  o prazo de 8 dias para atender nossas demandas e se ela não nos atender estaremos indo para a confederação informando que a entidade não está nos representando. 

A Confederação por sua vez, também terá o prazo de 8 dias para nos atender e assim estaremos habilitados a formar uma Comissão para dar andamentos aos trabalhos e chamar uma Assembleia Geral com o foco em reorganizar o Sindicato, substituindo a Direção Atual e convocando uma Assembleia Geral para organização da GREVE. Este é o último recurso a ser implementado. 

Não há vitória sem luta e sabemos que perderemos alguns valores, mas iremos recuperar o valor perdido em dobro.

São apenas dois dias de paralisação agora em dezembro, a definir, conforme datas propostas acima. E caso o governo não nos atender ele saberá que não terá pessoas suficientes para efetuar as matrículas em 2022, não haverá um quadro de apoio para organizar a vida escolar dos novos alunos e nem para entregar os históricos muito menos para elaborá-los.

Quanto a uma ação coletiva, esta pode demorar no JUDICIÁRIO. Sem contar que a maioria dos juristas são também pessoas ligadas ao PSDB, não acredito muito que eles, os juristas, queiram afrontar o Governo do PSDB, más é um caminho também a seguir, pois a justiça deve ser IMPARCIAL.

Enfim, é hora de nos unirmos novamente em busca do que é nosso de direito e, é importante que todos os CR´s eleitos e os que já eram CR´s se coloquem à disposição da categoria, afinal, qual motivo de nos tornarmos CR´s se não for para ouvir o clamor da maioria. 

Lembrem-se, a luta tem que ser feita todos os dias, e não adianta ficarmos fora da estrutura sindical, pois é o filiado que aprova ou não as ações do sindicato e, se não formos sindicalizados, fica ainda mais difícil fazer acontecer as ações. 

Espero que possamos conseguir as duas mil assinaturas dos filiados e as cópias dos holerites, e precisaremos de assinatura de quem não é filiado para seguirmos por outros meios também, pois isto dando certo já teremos 90% do comando em nossas mãos. 

Vamos à luta! Por nossa Valorização e pelo Abono em 2021.

atenciosamente,
Todas e Todos do QAE/QSE EM BUSCA DE MELHORIAS. 

Valorização do QAE/QSE JÁ!

 Olá, amigos do QAE e do QSE - Nos, Assistente de Administração Escolar, Secretários de Escola, Agente de Serviços Escolares, Oficiais Administrativos, Agentes...


...Queremos com esta mensagem deixar registrado o nosso REPÚDIO pela manobra que a Afuse efetuou nestes últimos dias e pela exclusão de representados desta entidade, dos "ditos grupos oficiais da Afuse, tanto Whatsap quanto Instagram", quando os representados dizem algumas verdades. 

A maioria dos funcionários está indignada com a falta de respeito e o não apoio desta entidade para com a categoria. A entidade precisa compreender que a falta de expressão dela nem o governo a recebia e compreender que foi recebida, recentemente, devido ao nosso movimento, logo, a direção da Afuse deve nos respeitar.

A Afuse usou de todos os recursos para DESMOTIVAR os seus representados, porém é bom que ela saiba que todos estamos prontos para atuar dentro da lei e ver o melhor caminho para buscarmos NOSSA VALORIZAÇÃO, com ou sem a entidade, visto que ela mostrou-se novamente contra a categoria.

Já estávamos sabendo que não seria fácil enfrentar o Governo, mas fomos valentes e seguimos com a FALTA GERAL no dia 18/10, com a ESPERANÇA de que a sociedade civil e o governo pudessem notar que NÓS EXISTIMOS.

Há muito que fazermos para buscarmos as melhorias que merecemos e por isso não podemos esmorecer, porque já vimos que nós dependemos de nós mesmos e devido às questões judiciárias precisamos do apoio do sindicato, o qual NÃO ESTÁ NOS REPRESENTANDO como deveria ser. 

Queremos com esta mensagem deixar claro que temos que lutar por um SALÁRIO DIGNO, por um projeto que CONTEMPLE A TODOS, por AUMENTOS ANUAIS, e que as perdas passadas sejam pagas, pois estamos amargando há mais de 10 anos sem nenhum aumento real.

É preciso que a Afuse diga com clareza o que ela pretende  com a PARALISAÇÃO de 1 dia - 3/11. Porque não queremos ir passear, e sim fazer uma reivindicação séria a qual possa resultar em melhorias para toda a categoria, tanto ativa quanto inativa. 

Se a direção atual da Afuse não tem condições de liderar a busca por melhorias, a qual a maioria deseja, sejam os filiados ou não, então que saiam e deixem livre a Direção para que outro grupo possa conduzir a direção do sindicato. 

Queremos Valorização real, queremos saber quem são as macros que estão contra a GREVE e o nome de quem votou contra. Precisam ser mais transparentes, afinal é a nossa valorização e dignidade que está em jogo.

Estamos prontos para uma GREVE  GERAL.

Voltamos a lembrar que a atual direção da Afuse já nos sinalizou, em suas lives, de que não era recebida pelo governo e devido às ações que fizemos, no dia 18/11, a Direção foi chamada para conversar. Queremos saber com urgência qual foi a pauta e  quais foram as cobranças deste sindicato em defesa da categoria, ou a direção atual foi lá apenas tomar um cafezinho. 

Não abriremos mão da nossa VALORIZAÇÃO e que no dia 3/11 a direção atual faça um grande ato, transformando a paralisação em uma Assembleia Geral, porque não vamos aceitar que os responsáveis atuais façam lives dizendo que o QAE/QSE não compareceu ao ato. 

Quem escreve são todos do QAE/QSE ativos e aposentados.
24/10/2021.

Pautas de reivindicação
- Revisão dos últimos 10 anos.
- Bonificação extra para quem tem mais de 10 anos no Estado, valendo um percentual por ano de serviços prestados
- Valorização do Vale Refeição
- Equiparação do ALE aos pagos pelos Diretores
- Aprovar a possibilidade de acúmulo de cargo ou redução de jornada de trabalho
- Piso salarial inicial de R$ 2.010,00
- Plano de carreira que valorize de verdade a todos da categoria.
- Inclusão imediata de valorização para os profissionais Assistente de Administração Escolar, Secretários de Escola, Agente de Serviços Escolares.

Abono para todos dos quadros da educação.

 No dia 15/10/2021 foi apresentado um projeto que irá premiar professores com valor de até 10 mil reais, nada contra, somos totalmente a favor e que eles possam receber muito mais. Porém, queremos saber o que está sendo preparado para o Quadro de Apoio e de Serviço da Educação. 


O Governo Dória quer nos penalizar tentando a todo custo aprovar o PLC-26, sem nem ouvir os profissionais da educação, não só os do Quadro da Educação do Estado como também os demais Servidores Públicos Estaduais de São Paulo. Outro ponto, a nota do Secretário  diz que os membros dos QAE/QSE não são do grupo dos Profissionais da Educação, é bom a gestão deste governo se atualizar. Basta de Fake News Sr. Secretário da Educação do Estado de São Paulo.


Sr. Governador e Sr. Secretário da Educação, queremos a reposição das perdas salariais dos últimos anos e queremos que uma comissão de Agentes possa ser recebida para uma negociação que realmente venha atender a categoria, pois como a Afuse (sindicato da Categoria) informa, vocês não receberam ninguém para negociar, nem quem nos representa.


O abono se faz necessário para nós também, pois se o professor e todo o quadro gestor vai receber é porque eles tiveram suporte para desenvolver o trabalho deles e, o suporte quem são? Somos nós do quadro de apoio escolar e de Serviço Escolar.


É importante que a justiça seja feita, porque  não somos os Juquinhas nem mesmo os tios do pátio, somos sim os profissionais da educação e damos o nosso melhor para nossos alunos e, devido a isto, queremos também o nosso reconhecimento e a nossa devida valorização. 


Afinal, Sr. Governador e Sr. Secretário, somos os que estiveram na linha de frente no grande pico da pandemia entregando materiais para os alunos, atendendo a comunidade, efetuando os apontamentos para os devidos pagamentos de todos os profissionais, nós quem fazemos os históricos, organizamos os arquivos, recebemos as merendas e materiais diversos e, no último minuto, neste ano, fomos chamados para ajudar nas matrículas, coisa que já fazíamos com maestria.  Como os senhores podem ver, temos que ter nossa valorização reconhecida. 


Portanto, é justo que possamos receber o bônus e é mais justo ainda que possamos receber as perdas que tivemos nestes últimos 10 anos. Queremos a revisão das perdas e estamos apenas aguardando ao Sindicato, nosso atual representante, chamar todos para uma paralisação. É inadmissível este desrespeito com a nossa categoria. Já Basta!


.Texto Elaborado pelo Álvaro Jeronymo e revisado pela Ione Peçanha,  Administradores do Grupo Em Busca de Melhorias.

SENHORES DEPUTADOS ESTADUAIS - O GOVERNO PAULISTA NÃO ESTÁ NOS ATENDENDO, E OS SENHORES, VÃO OU NÃO NOS ATENDER?

 Senhores Deputados,

Eu, Alvaro Jeronymo, junto aos demais companheiros, estamos aqui, diante desse impasse e inércia esperando que seja pautado o PLC 490/2019 (Estabelece a implantação de adicional por dedicação exclusiva aos servidores do Quadro de Apoio Escolar, servidores administrativos das escolas estaduais.) Quero ainda ressaltar a importância de podermos acumular, reduzindo a jornada de trabalho para 6 horas sem reduzir os proventos, Gentileza inserir tal tema na PL em questão.

Já há tempos acompanhamos as “lives” do Secretário da Educação e do Governador do Estado de São Paulo e estes estão apresentando ações que nada nos atendem.

“Em coletiva de imprensa o governador de São Paulo, João Doria e a Secretaria da Educação na pessoa do Secretário Sr. Rossielli anunciaram uma vertente do programa 'Bolsa do Povo' voltado para a Educação. Afirmaram que o estado irá contratar 20 mil pais ou responsáveis de alunos para trabalhar em escolas estaduais e receber uma remuneração mensal de R$ 500. O expediente será de quatro horas diárias e entre as funções previstas estão a busca ativa de alunos, apoio à educação especial, acompanhamento de protocolos sanitários e apoio geral à escola.”

Esse Projeto da Secretaria da Educação é no mínimo uma afronta ao Agente de Organização Escolar que precisam estarem aptos através de concurso público, ter no mínimo Ensino Médio, conhecimento em legislação, conhecimento em informática trabalhar 8 horas por dia para receber salário base inferior ao mínimo paulista.

“Em outro anuncio feito no dia 12/08/21  o Governo de SP dará 30 mil bolsas-auxílio de até R$ 600 a estudantes da rede pública que cursarem programa Novotec Expresso 

Foram investidos 1,5 bilhão em tecnologia nas escolas, 

Foram investidos 1,1 bilhão para reformas nas escolas,” 

Não estamos em momento algum afirmando que essas medidas não são necessárias..., mas porque não reajustar o salário dos 27 mil Agentes de Organização Escolar que vivem à margem do necessário e urgente?

Existem algumas pautas que iremos elencar aqui das quais seguem para análise e parecer Junto aos Senhores:

1. Desde o início do ano letivo estamos recepcionando responsáveis e/ou crianças que podem estar contaminadas, com a Covid-19, mesmo com todo programa de contingência elaborado, nada dizem da periculosidade e da insalubridade das quais estamos sujeitos todos os dias com a Escola Aberta. Atendemos pais e mães, crianças e professores, gestores e toda a comunidade do entorno, mas será que a educação funcionaria sem os esquecidos Agentes de Organização Escolar, uns atuando no pátio e outros em secretaria e muitos fazendo a mesma coisa. Quando é que teremos um verdadeiro reconhecimento pelos nossos feitos, pois se precisam de nós no pátio, lá estamos, precisam na secretaria estamos também, precisa de nós para atender a comunidade, também estamos presentes, mas só lembram de nós em casos que é de bom grado ao Governo, porém estamos lá o tempo todo.  

2. Houve aumento considerável das Escolas em Período Integral, e com isso o aumento do salário dos profissionais do Magistério (Professores e Gestão) através da Gratificação, todavia para o Pessoal do Quadro de Apoio Escolar o que mudou foi ainda mais trabalho e nada de gratificação por estar desenvolvendo as funções na escola PEI.

Diante do exposto reiteramos nosso clamor aos Parlamentares já que o secretário e o governador nada fazem para nos valorizar. Precisamos urgentemente sermos ouvidos,

Senhores Deputados este governo está terminando, a sociedade paulista vai se recuperar...e os senhores? Como desejam passar à história? 

Apelamos ao Vosso Espírito Público, esqueçam-se do Projeto Político Eleitoreiro que parece reinar por alguns nessa Casa Leis, e lembrem-se do motivo e da forma que cada um chegou até aí...pelo povo e para o povo. Pautem e votem o PLC 490/19 


ALVARO JERONYMO - (11) 947561598

TEXTO ELABORADO POR ELISA, MUDANÇAS PONTUAIS DO EDITOR ÁLVARO.

XXIII CONGRESSO ESTADUAL VIRTUAL

 Ilmo Sr, Presidente da Afuse.



É com surpresa que recebemos a informação de que no congresso, que irá ocorrer dia 27 e 28 de agosto, poderão participar apenas os Agentes de Organização Escolar que participaram da última reunião que aconteceu na sede do Sinpeem no ano de 2018. 

Sabemos da importância deste congresso, atual, e nós, agentes e educadores, filiados e não filiados na Afuse, desejamos participar para acompanhar os trabalhos. Lembrando que muitos de nós entramos na Classe no último concurso que ocorreu em meados de 2018 onde muitos tomaram posse no segundo semestre de 2019,  logo, não haveria como termos participado de nenhuma atividade do sindicato durante o ano de 2018, motivo este de pedirmos para participar do congresso que irá ocorrer no dia 27 e 28 de agosto de 2021. 

Os novos agentes de organização e outros agentes mais antigos estão solicitando uma aproximação a este sindicato, há tempos, pois sabemos que é importante esta aproximação, mas devido a pandemia, esta acabou não sendo efetivada, por isto, como não houve reunião durante este tempo, de pandemia , nem mesmo encontros, devido a necessidade do isolamento, vemos que é de suma importância que o congresso seja aberto para todos os Agente de Organização Escolar, sindicalizados ou não sindicalizados.

Caso o Agente não seja sindicalizado o congresso será uma grande oportunidade para que todos conheçam o trabalho do Sindicato Afuse. É importante esta aproximação, pois novos integrantes fortalecerão e poderão ajudar ao sindicato nas próximas ações que se fizerem necessárias.

Como o Sr, Presidente sempre diz, utilizarei vossa fala, "juntos, somos mais fortes", cabe ao senhor receber a todos neste congresso, dando a oportunidade de que muitos possam participar destas novas construções. Assim, teremos a certeza de que iremos todos sair fortalecidos e organizados em busca de melhorias. Caso desejar, poderá fazer uma pesquisa e perguntar aos agentes se eles gostariam de participar, afinal, o sindicato somos todos nós unidos.

Queremos enfatizar que esta abertura não irá  gerar custos exorbitantes, pois ocorrerá virtualmente, e com isto queremos que toda a classe trabalhadora tenha a oportunidade de conhecer o trabalho Sindical e ao mesmo tempo trabalharmos em conjunto contra a PL 26/2021.

Sendo o que havia para o momento, aguardamos um pronunciamento do Sr. Presidente e a possibilidade de que seja aberto o congresso para que todos possam acompanhar os trabalhos, pois questões regimentais podem ser revistas a qualquer momento, basta querer, e se for bom para todos será de fundamental importância esta aproximação do sindicato junto aos Agentes de Organização Escolar.



Atenciosamente,
Grupo de Agentes de Organização Escolar em Busca de Melhoria.
Álvaro Jeronymo

QUER PARTICIPAR DA ENQUETE SOBRE O XXIII CONGRESSO VIRTUAL DA AFUSE, SUA OPINIÃO É IMPORTANTE, REGISTRE ELA NO LINK ABAIXO É RÁPIDO E FÁCIL.


A História do Plano de Carreira não pode e não deve se repetir...

 ...Prezados parlamentares e demais gestores da Secretaria da Educação,


Nós, os Agentes de Organização Escolar, já estamos fartos das falas políticas em que não trazem resultados monetários para a nossa categoria.

Estamos fartos das promessas vazias, visto que os agentes de organização escolar  que têm mais de 10 anos de estado, não estão enquadrados corretamente e devido aos erros de enquadramento estes não receberam seus devidos valores monetários. Isto é um desestímulo para quem se dedica há tanto tempo a educação.

O Título desta carta é a História do Plano de carreira, pois assim lembraremos do que aconteceu no passado para não deixarmos que o mesmo erro seja cometido no futuro. Se não lembrarmos dos erros do passado, estaremos fadados a aceita-los novamente. Olhem senhores, não mais queremos ser desrespeitados e nem ter o salário ainda mais achatado. Não podemos aceitar o desrespeito que andam fazendo com a nossa categoria. 

Por meio desta queremos informar aos senhores, parlamentares, que estamos desprovidos de assistência sindical, este que recebe em dia as nossas contribuições e não é capaz de organizar a categoria afim de cobrar o que está errado e ao mesmo tempo buscar uma solução para um salário tão defasado. 

Senhores, há muito tempo estamos jogados ao acaso, são mais de décadas do PSDB no governo e não nos enxergam. Este atual governo continua com a mesma ação de anos atrás, faz promessas das quais não cumprem e estas promessas sempre em tempos de eleição. Já estamos fartos, cansados e desmotivados. Estamos o tempo todo nas instituições, zelando pelo patrimônio, atendendo pais e alunos além de auxiliar professores e gestão no que se refere a assuntos educacionais.

Esta não é uma simples carta de reclamação, mas sim um alerta do nosso descontentamento pois não somos apenas agentes de organização escolar e sim servidores públicos descontentes com o tratamento que estamos recebendo. 

Informamos ainda que somos nós quem recebemos as mercadorias que alimentam aos alunos, somos nós quem zelamos pelo patrimônio e se tudo funciona corretamente é porque nós estamos na linha de frente atendendo a todos, desde os alunos como seus pais e comunidade, assim como professores e gestão. Fazemos os pagamentos, apontamos as faltas, abrimos e fechamos o ambiente escolar, trabalhamos arduamente para que tudo ande da melhor maneira possível. Precisamos ser valorizados monetariamente. 

Alguns pedidos ...

1) ...Queremos que todos os pagamentos congelados no início da pandemia sejam regularizados, visto que tem pessoas que saíram de férias e até a presente data não receberam o seu 1/3 de férias. Desejamos, ainda, ter o salário atualizado de acordo com  o INPC;

2) ...Queremos uma adequação da progressão, e o correto enquadramento, além do pagamento dos atrasados;

3) ... Queremos que a contagem do tempo e o pagamento dos valores retroativos sejam retomados e pagos imediatamente, uma vez que a Lei complementar 173/2020 já deve ser revista pois congelou os salários dos que menos recebem;

4) ...Queremos a imediata contratação e efetivação dos agentes de organização escolar que foram aprovados no ultimo concurso. Concurso este que encontra-se homologado pelo governo do estado; 

5) ...queremos que a Revisão dos pagamentos referentes ao plano de carreira anterior seja auditado para que tudo possa ser apurado e os valores devidos sejam pagos;

6) ...Queremos a Redução da Carga horária de (8hs para 6hs) com exclusão da exclusividade de trabalho administrativo e autorização para que os Agentes possam acumular cargo, sendo um de técnico administrativo com outro na área educacional;

7)... Queremos a Inserção dos valores de insalubridade e periculosidade uma vez que atendemos a público variado;
 
Senhores parlamentares e secretário da educação, o nosso piso salarial de R$1.005,00 reais está abaixo do piso salarial do Estado de São Paulo o qual é de R$ 1.163,55. Trabalhamos com excelência para que a escola esteja sempre a disposição da comunidade escolar, logo faz se necessário que nossa remuneração seja melhorada com urgência.

Estamos vendo nos dias atuais as escolas sendo todas reformadas, não que não deva, más são valores investidos em tecnologia, em infraestrutura e deveriam investir,  também, em capital humano. Hoje vemos escolas impecáveis, más com quadro de agentes de organização desmotivados.

Voltamos a ressaltar a importância de recebermos os benefícios que foram congelados e todos os atrasados das últimas progressões que não foram pagos. Isto é o mínimo que o atual governo deveria fazer para reduzir o impacto dos atuais problemas da categoria. 

Para finalizar, sabemos que tudo o que foi relacionado e o que estamos pedindo é algo que já deveria ter sido feito, mas como não foi atendido, pedimos que as reivindicações sejam atendidas com a maior brevidade. Estamos pedindo apenas o que é nosso direito.

Quem Assina,

Os Agentes de Organização Escolar em Busca de Melhorias.

Os Agentes de Organização Escolar continuarão sem a devida atenção e sem a devida valorização, até quando?

 Carta aberta dos Agentes de Organização Escolar do Estado de São Paulo


Aos Ilmos. Governador do Estado de São Paulo, João Agripino da Costa Doria Júnior e Sr. Secretário da Educação do Estado de São Paulo, Rossieli Soares da Silva. 


É com muita preocupação que nós Agentes de Organização Escolar acompanhamos as falas e as ações desta gestão em relação ao enorme problema que é a crise sanitária atual.


Estamos preocupados pois somos os que estão na linha de frente, cujas algumas das nossas atribuições é de abrir os portões para recepcionar pais e crianças, atender a comunidade escolar na secretaria, vendo e tendo que lidar com alunos, que adentram nossas escolas, muitas vezes já com os sintomas do COVID-19, e após alguns minutos, a situação nos é colocada pelo professor.


Lidamos com pessoas de todos os tipos, dentre elas, estão as que sabem que podem estar doentes e não se preocupam se nos contaminarão ou acreditam que o filho esta somente com uma “gripezinha” e após insistência do agente que telefona, o responsável (quando se dá ao trabalho) realiza o teste e este se confirma positivo, porém, não existe o período de quarentena de todos que estiveram em contato com o doente, conforme orientações das autoridades sanitárias.


É notório o risco que a todos estamos expostos, sejam os funcionários das empresas terceirizadas, nós os agentes de organização, professores e todo o quadro de gestão, os números de vitimas só aumentam, é só ver quantas, neste pouco tempo de abertura das unidades escolares perderam suas vidas para a doença.


Devemos salientar que nós Agentes de Organização, há um ano estamos na linha de frente, seja em revezamento ou totalmente presencial, como equipe essencial para o andamento das vossas ordens. Entretanto, em momento algum fomos ouvidos, se quer citados em suas entrevistas ou pronunciamentos, sendo parte crucial para que todas as mudanças surtam efeito positivo na comunidade escolar.


Fala-se em distanciamento social, mascara e álcool em gel,  e novamente são os AOE que cobram pai, aluno, professor e quem mais esquecer, tornando nossa atividade ainda mais exaustiva.


Ressaltamos que continuamos  nos desdobrando para atender às demandas atribuídas de cima para baixo e ainda assim continuamos auxiliando pais, alunos, professores e equipe gestora, inclusive no que tange o CMSP, porém estamos em um número cada vez mais escasso, o que em momentos de maior fluxo chega a gerar filas.  Precisamos dizer que os dirigentes não estão ouvindo os que estão no chão da escola e, diante deste cenário, os senhores ainda se negam a chamar os aprovados do último concurso, no entanto,  precariamente chamam poucos para cobrir e atender algumas demandas, quando deveriam ter chamados um quantitativo maior  para suprir os afazeres diários.


Diante ao já exposto perguntamos: onde está o nosso reconhecimento? 


Afirmamos que as escolas deveriam ser as primeiras a trabalharem integralmente de maneira remota, pois todos os atendimentos a comunidade podem assim serem feitos, inclusive os que cabem a nós Agentes, reduzindo neste momento ainda mais o número de pessoas nas ruas.


Quando o retorno presencial foi anunciado com ele veio a promessa da testagem, e dos EPI’S. Senhores, nós vos perguntamos, onde ocorreu a primeira testagem? Olha o problema criado ao abrir as escolas sem testar ou vacinar os profissionais da educação. E, porque razão diz em pronunciamento que a escola  é serviço essencial, se não está sendo prioridade na vacinação e nem na testagem dos funcionários da educação?


Vejam Senhores, para que as aulas presenciais fossem suspensas houve um desgaste desnecessário dos diversos sindicatos, utilizando recurso financeiro de ambos os lados, estes que poderiam ser utilizado de outra forma, afinal é clara a necessidade deste momento de resguardar a vida de todos e não apenas de uma parcela.


Com relação à alimentação das crianças que tem maior vulnerabilidade, as escolas abertas para ofertar alimentação não solucionará este problema, apenas trarão outros, haja vista que nos dias em que houve aula tivemos poucos alunos se alimentando, do que lhes foi ofertado, gerando assim um grande e desnecessário desperdício de comida.


Existem outras maneiras de acolher e auxiliar as famílias sem prejudicar uma classe, inteira, como antes já foi realizado. Os senhores podem fazer uma logística melhor para levar o alimento às crianças que estão necessitando, sem precisar tirar estas de seus lares, há formas mais simples para a transferência desta alimentação, através da transferência de renda merenda, como foi feito pela Prefeitura de São Paulo.


Vale ressaltar que existem crianças ficando órfãs, pais adoecendo, homens e mulheres enviuvando, desnecessariamente, pois hoje o que realizamos na escola, podemos faze-lo remotamente, pelas vidas que ainda podem serem salvas, pedimos para que enfim enxerguem uma classe que a muito vem sendo massacrada.


Sem mais,


Agentes de Organização Escolar

Carta Compromisso junto às Paróquias por um resgate às pessoas que necessitam de um amparo e de uma assistência.

 CARTA-COMPROMISSO SOBRE DIREITO À MORADIA DIGNA E SEGURANÇA ALIMENTAR ÀS

CIDADÃS E CIDADÃOS EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL NA REGIÃO CENTRAL DO

MUNICÍPIO DE SÃO PAULO

São Paulo, 04 de novembro de 2020.

A Região Episcopal Sé com as paróquias proponentes identificadas neste documento,

possuem sede e atuação na região central da cidade de São Paulo e vem observando, no

decorrer dos últimos anos, um progressivo abandono dessa região e, consequentemente

um aumento da degradação das condições de vida daqueles que se encontram em maior

vulnerabilidade social, com especial destaque aos aspectos ligados à falta de moradia

digna e segurança alimentar.

Assim, apresentamos esta carta-compromisso de forma coletiva, porque acreditamos na

mobilização social e na garantia de direitos individuais e coletivos para todos os cidadãos

brasileiros, sem nenhum tipo de discriminação. E, sobretudo, pois há interesse dessas

instituições em atuar junto ao poder público para buscar soluções adequadas aos dramas

vividos por uma significativa parcela da população mais vulnerável que bate às nossas

portas diariamente.

Convidamos, assim, a todas e todos os candidatos a lerem, analisarem e assumirem o

compromisso de caminhar em conjunto para proteger esses cidadãos que se encontram em

maior vulnerabilidade social.

Assim, a Região Episcopal Sé com suas paróquias e entidades localizadas na região

central propõe às candidatas e aos candidatos que assumam esse compromisso que

encaminhem cópia digitalizada ou o texto preenchido com nome e cargo concorrido

no corpo do e-mail, para paroquia@missaonspaz.org

Todos os encaminhamentos de compromisso serão publicados no site da Região Episcopal

Sé (arquisp.org.br/regiaose), bem como nos canais de comunicação das paróquias,

pastorais e organizações proponentes.

Agradecemos, desde já, o ato de coragem e responsabilidade com os direitos humanos! E

como Instituição Eclesial queremos somar esforços para buscar soluções a esses dramas

vividos nas ruas do centro da cidade.

Caras Cidadãs e Caros Cidadãos;

Eu, __ALVARO EXPEDITO JERONYMO_____________, integrando o processo

eleitoral e concorrendo ao cargo de __VEREADOR POR SÃO PAULO EM 2020___ assumo, no

exercício de mandato público, este compromisso, que resulta da mobilização social das

paróquias e entidades proponentes, considerando que tais diretrizes têm como

fundamento o cumprimento de normas e princípios constitucionais de direitos humanos e

o dever do poder público em assistir os que se encontram em situação de maior

vulnerabilidade social. Comprometo-me, assim:

1. Orientar minhas decisões para aprovar leis e implementar ações necessárias à

garantia de direitos ao acolhimento e assistência às pessoas que se encontram em maior

vulnerabilidade social, sobretudo nos aspectos de ausência de moradia e segurança

alimentar. 

2. Destinar mais recursos e garantir apoio político para a manutenção, ampliação e

inovação de ações e políticas públicas, bem como projetos de leis, regulamentações e

compromissos normativos, voltados à proteção da população que sem encontra em maior

vulnerabilidade no centro de São Paulo;

3. Apoiar e executar, dentro de minha competência e mandato público, o disposto no

artigo 6º da Constituição Federal de 1988: “São direitos sociais a educação, a saúde, a

alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência

social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma

desta Constituição”, na Lei Federal nº 11.346, de 15 de setembro de 2006 e na Lei

Municipal Lei nº 15.920 de 19 de dezembro de 2013, sobre a aplicação do Sistema

Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN), assim como no Decreto

Municipal nº 57.007, de 20 de maio de 2016, que institui a Política Municipal de

Segurança Alimentar e Nutricional – PMSAN;

4. Apoiar iniciativas visando a autonomia e a inclusão econômica, laboral e social de

moradores em situação de rua por meio da geração de renda e emprego;

5. Apoiar a ampliação da capacidade dos Centros Transitórios de Acolhida (CTAs) na

rede sócio assistencial do município, com profissionais qualificados para o atendimento;

6. Apoiar e fortalecer ações para regularização das ocupações em prédios públicos

situados na região central da cidade, bem como desenvolver políticas públicas

adequadas que busquem a utilização de imóveis desocupados.

7. Desenvolver e fortalecer mecanismos que envolvam debate público conjunto com as

entidades, pastorais e paróquias que trabalham na linha de frente com essa população a

fim de buscar soluções conjuntas para tais dramas sociais.

8. Apoiar, destinar mais recursos e monitorar políticas públicas que garantam o acesso à

informação e ao desempenho e atividades do Conselho Municipal de Habitação (CMH) e

do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional de São Paulo (COMUSAN).

9. Apoiar e fortalecer ações para regularização das ocupações em prédios públicos

situados na região central da cidade, bem como desenvolver políticas públicas

adequadas que busquem a utilização de imóveis desocupados.

Paróquias e entidades proponentes:

1. Catedral Nossa Senhora da Assunção e São Paulo – Catedral da Sé

2. Paróquia Nossa Senhora da Assunção e São Paulo

3. Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Santa Ifigênia

4. Paróquia Nossa Senhora da Paz

5. Paróquia São Francisco de Assis

6. Paróquia Pessoal dos Fiéis Latino-Americanos 

7. Paróquia Pessoal Italiana São Francisco de Assis e Santa Catarina de Sena

8. Paróquia Pessoal Nipo-Brasileira São Gonçalo

9. Igreja São Joé de Anchieta

10. Igreja das Chagas do Seráphico Pai São Francisco

11. Igreja menino Jesus e Santa Luiza

12. Igreja Nossa Senhora da Boa Morte

13. Igreja Nossa Senhora do Carmo

14. Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos

15. Igreja Nossa Senhora dos Aflitos

16. Igreja Santa Cruz das Almas dos Enforcados

17. Igreja Santo Antônio – Patriarca

18. Basílica Nossa Senhora da Assunção

19. Paróquia São Cristóvão – bairro da Luz setor Bom Retiro

20. Vicariato Episcopal para a Pastoral do Povo da Rua

21. Paróquia Santo Antônio do Pari

22. Missão Paz

23. Cáritas Arquidiocesana

24. Educafro Brasil

25. Serviço Pastoral dos Migrantes

26. Serviço Franciscano de Solidariedade - SEFRAS

27. Pastoral do Migrante Arquidiocese de São Paulo

28. Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos

29. Rede Rua

30. Pastoral da Mulher Marginalizada

31. Paróquia Santa Cruz de Itaberaba – Região Brasilândia

32. Arsenal da Esperança – São Paulo Brasil

33. Pastoral do Menor da Arquidiocese de São Paulo

34. Pastoral Fé e Política da Arquidiocese de São Paulo

35. Centro Santo Dias de Direitos Humanos da Arquidiocese de São Paulo

36. Pastoral da Pessoa com Deficiência da Arquidiocese de São Paulo

37. Obra Assistencial Padre Achilles


SÃO PAULO, 06 DE NOVEMBRO DE 2020.

obs.: o documento original foi encaminhado para a Paróquia N.S. da Paz - Missão Paz.

MOVIMENTO DO QAE/QSE NO PARLAMENTO - NA LUTA PELA APROVAÇÃO DO PL 2531/2021

  MOVIMENTO DOS PROFISSIONAIS DO QUADRO DE APOIO E SECRETARIA ESCOLAR (QAE/QSE) CARTA ABERTA À MARINA SILVA: EM DEFESA DO PISO NACIONAL E ...